27 de mai de 2009

beijos e grana

robert, kiss me!
Recentemente, o ator lindo-gato-sarado Robert Pattinson, galã da série Crepúsculo no papel do lindo-gato-sarado Edward Cullen, leiloou um beijo no evento Cinema Contra a AIDS, realizado na França, durante o festival de Cannes. Dois compradores desembolsaram cada um a singela quantia de 28 mil dólares por um beijo na bochecha dado por Robert. 28 mil por um beijo dado por Robbrt. 28 mil por um beijo na bochecha dado por Robbrt. Daí vem alguém e me pergunta: e tu, Nicole, quanto pagaria por um beijinho do amado Edward? Ao que eu respondo, com um olhar de desprezo: neeeeeem um centavo de real. Ok, talvez R$1,99, hehe. Mas o que interessa é que quando Robert ficasse cara a cara comigo, com minha beleza, simpatia e modéstia, e quando eu fizesse a pose de deusa, já era. Ele pagaria pra me dar um beijo, é assim que aconteceria. E eu aceitaria, é claro, tão generosa que eu sou. :D

um milhão e eu
Nos domingos modorrentos, tediosos e sem assunto, eu, meus amigos e meus familiares gostamos de falar sobre todas as coisas que gostaríamos de comprar se ganhássemos muito, muito dinheiro. Tipo um milhão de reais. Sempre tem aquele pensamento: guardar para o futuro, para a faculdade, enfim. Tudo certo, uma parte eu guardaria para o além, para reformas em casa, para planos em um futuro mais distante. Mas a outra... Ok, apenas um dia para gastar. É preciso ter uma estratégia. Eu iria direto para a livraria mais próxima e compraria braçadas e braçadas de livros. Best-sellers, livros de bolso, livros cult, livros usados, vários. Em seguida, shopping. Roupas. Bolsas, calçados, acessórios. Perfumes, maquiagens. Um notebook, The Sims 3, uma web cam. Um edredom cor de rosa e um travesseiro com tecnologia da Nasa. Um óculos de cada cor, bichos de pelúcia gigantes. E presentes. Eu compraria uma pequena lembrança para cada amigo querido, para cada parente, cada colega. Com o "troco", compraria um fusquinha vermelho e depois daria uma imensa de uma festa, com churrasqueada e muita caipira. Ô, sonho bom, hein? E vocês, o que fariam em um dia com um milhão? (E ninguém venha me dizer pipoca, pamonha e afins, ok?).

20 de mai de 2009

tirando a carteira - parte final: vida de motorista

Ok, ok. Esse deve ser o post mais esperado do ano, de tantas pessoas que vieram me perguntar quando iria sair. Aqui, finalmente, está ele: o episódio final da saga da autoescola. Pra quem perdeu os capítulos anteriores, aqui estão: 1, 2 e 3.


Nos capítulos anteriores acompanhamos a emocionante saga de nossa adorável heroína Nicole pelo sonho de ter uma carteira de habilitação. Vimos ela ser desprezada por Cara Chato, o cara da identidade, rodar no exame de visão e fazer um estranha prova psicotécnica. No entanto, vimos também a vitória: ela passou de primeira na prova teórica e nas práticas de carro e moto. E é chegada a hora. Com a habilitação provisória em mãos, é hora de Nicole rodar livremente pela cidade - e, dessa vez, no banco do motorista de um carro que não é de autoescola.

Então, começam aqui minhas peripécias.

Eu sou uma universitária, pseudo-jornalista e livreira, rica de simpatia mas pobre de finanças. E é por esse motivo que eu não tenho meu próprio carro, o Nick Móvel, e preciso dirigir o carro do meu pai, um Gol bolinha. Detalhe: papai só me deixa dirigir se ele for junto. Isso já é o começo de uma série de histórias... Tenho habilitação A e B, mas só dirijo carro. Não tive a coragem de subir numa moto ainda... Mas assim que subir, contarei aqui.


Embora eu me ache uma ás no volante, eu confesso: tenho muita dificuldade em trocar as marchas. Mas, oras, o câmbio do Gol é diferente do Uno que eu tava acostumada! Certa vez, acelerando o carro para colocar na quinta marcha, eu engatei, sem querer, na terceira. O carro começou a fazer um barulhão dos diabos. Eu disse: "O que é isso? O que é issoooooo?" ao que o meu pai respondeu, em tom monótono: "Tu engatou na terceira!". Eu, apavorada: "E o que eu faço? O que eu faço?". E o pai: "Engata a quarta, oras!". Engatei a quarta marcha e não saí mais dela. "Eu não quero pôr na quinta, eu não sei!", disse, com um resmungo.


Eu sou uma guria que segue as regras. Se a placa diz 40Km/h, é a 40 que eu ando. "Vai mais rápido, Naná, os outros carros tão te passando", diz o meu pai. "Mas pai, os errados são eles. Eu leio as placas e obedeço a sinalização". Eu sou um exemplo para a sociedade. Se todos dirigissem na velocidade que eu dirijo, todos chegaríamos atrasados a reuniões e compromissos sociais, mas evitaríamos diversos tipos de acidentes e imprudências.

Eu não gosto de estacionar! Só de pensar em ter que ficar dando rés, andando um pouco pra frente, ré, olhar espelhos e tal, só pra colocar o carro num espacinho de nada, me dá nos nervos. O que eu faço? Estaciono onde tem espaço - perto de esquinas ou entradas de carros é o ideal. Quando busco meu irmão no cursinho técnico, ele sofre, tendo que ir até onde eu estacionei.

Já faz mais de meio ano que tenho minha carteira provisória e meus amigos ainda acham que eu sou um perigo e uma coisa duvidosa no volante. Não botam fé em mim! Ok, talvez seja pelo fato de que eu me distraio fácil com coisas que ficam passando por mim no trânsito. "Meee, olha o cabelo daquele cara!" ou "Olha ali, a Fulana! Vou buzinar!". Ou pela já comentada dificuldade com o câmbio. Ou talvez por que eu não tenha cara de ser uma motorista decente. Minha cara de doida me condena. Só sei que quando eles dizem: "Tá, eu vou beber, quem vai dirigir?" e eu me prontifico, ele fazem uma expressão estranha e dizem "Hmmmmm, não!" ou "Ahh, que pena, tu tá sem óculos, senão COM CERTEZA eu te deixava dirigir". Triste.

Mas, como dizem, é a vida. A prática leva a perfeição, e um dia eu chego lá. Não se assustem se um dia eu passar dirigindo por vocês e gritar pela janela "Uhh, nego véio!". É uma das coisas simpáticas e amigáveis que eu faço com amigos. ;)


(Cuidado nas ruas! Já pensou numa dessas solta por aí?)

16 de mai de 2009

sobre amores e heroínas

don't go breaking my heart
Então, depois do 72º pé na bunda, você está ouvindo música de corno, comendo brigadeiro e chorando as pitangas, o telefone toca e é ele, pedindo desculpas, dizendo que nunca mais vai fazer isso com você de novo. A semente da esperança cresce, você o ama e ele merece mais uma chance, não merece? Oras, ele só te traiu uma vezinha só, e quase ninguém viu... Passa um tempo e então, chorando pela 73º vez, você percebe que o coração é mesmo um bicho burro. Ele faz com que a gente entre em relacionamentos furados, se apaixone por aquele cara com aquela barbichinha sexy mas que não vale nada, morra de encantos por aquele rapaz que nem sabe da nossa existência ou que você acha que vai mudar mas não muda. Eles nunca mudam - o que geralmente decepciona muito. E é um ciclo: caras errados depois de caras que moram longe demais, depois de caras que não te valorizam, depois de caras que... Enfim, você entendeu. Agora viria a parte que eu daria a super receita de como se apaixonar pela pessoa certa e viver um romance digno de 'felizes para sempre'. Lamento decepcionar, mas essa receita não existe. No coração não se manda, não há jeito. Você vai quebrar a cara várias vezes, pode apostar. Pessoas erradas existem aos montes. Até que um dia o coração acha a pessoa certa. :)


super no waste
Ela acordou cedo aquele dia, colocou a roupa de trabalho, e voou janela afora. Afinal, uma super heroína como NO WASTE não desperdiça tempo. Aliás, não desperdiça nada. NO WASTE é a heroína mais necessária nos dias de hoje. Com suas incríveis anteninhas de vinil, é capaz de detectar uma torneira pingando, um cômodo vazio com luz acessa ou um banho interminável a milhares de quilômetros de distância. Ela sabe que pequenas atitudes mudam muita coisa e sua missão é conscientizar as pessoas sobre isso. Seus inimigos? Aqueles caras que acham bonito ficar horas com a mangueira aberta, lavando seus carros, litros e litros de água sendo gastos. Com um estalar de dedos, a mangueira é substituída por um baldinho com água. Outro inimigo? A mocinha que vai pro shopping mas deixa o computador ligado com 'ausente' no msn e a televisão ligada do lado. Um piscar de olhos e tudo é desligado. Lâmpadas são apagadas, torneiras fechadas, lixos reciclados. Cuidado, se ligue, não desperdice: você pode ser surpreendido por uma Super NO WASTE invadindo sua sala!

9 de mai de 2009

o dia em que o jornalismo esportivo esteve na feevale

Eu sei que meu blog tem leitores de todas as partes: de Estância Velha à Bahia, passando por São Paulo, Novo Hamburgo e Uberlândia. E sei que tem gente que estuda jornalismo, engenharia, direito, comércio exterior, um milhão de cursos, e até quem não estuda nada. E por que eu estou dizendo isso? Porque hoje meu post é direcionado - hoje eu escreverei para estudantes de jornalismo gaúchos. O quê? Você estuda moda e mora na Bahia e não sabe por que está perdendo tempo nesse post? Duas opções: ou você lê os post antigos (os da saga da auto escola são ótimos!) ou você acompanha este aqui, que tem dicas que são tão importantes para alguém que quer ser jornalista quanto quem estuda, sei lá, física ou embriologia. Vamos lá? Decidiu se acompanhará? Ótimo.
Então. Eu estudo jornalismo em uma universidade chamada Feevale, que fica em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, tchê. E essa semana foi a Semana Acadêmica da Comunicação, uma semana com diversas atividades para os estudantes de Jornalismo, Publicidade e Relações Públicas. Participe de várias palestras e eventos durante a semana e tal, mas sexta-feira, ontem, foi O DIA! A palestra mais esperada da semana: "Jornalismo Esportivo". Não, eu não gosto de esportes, e jornalismo esportivo não é a área que me interessa - o que eu esperava nessa palestra eram os palestrantes: Jader Rocha, Eduarda Streb, Débora de Oliveira e Mariana Oselame, que são profissionais muito conhecidos aqui nas terras dos pampas. Mediados pelo meu querido professor Marcos Santuário, os jornalistas falaram um pouco sobre a tragetória profissional deles, falaram sobre diversos aspectos do jornalismo esportivo, da notícia às especulações de compra e venda de jogadores. Interessantíssimo! E eu, com caneta, papel e máquina fotográfica em mãos, fiz várias anotações valiosas de dicas que eles passaram, que servem para nós, estudantes de jornalismo, e algumas valem também para outras profissões.

- Observe sempre tudo à sua volta. Registre, anote. Nunca se sabe quando essa informação vai ser valiosa, seja para uma notícia ou para um bom post em um blog.
- Aproveite as oportunidades que aparecem ao seu redor - elas não voltam! (Aliás, isso me lembra o filme que assisti essa semana, do Jim Carrey: Yes, Man! Assistam, assistam, assistam! A cena final, da moto, é ótima! E a do suicídio também, hehehe. :D)
- O maior aprendizado vem com a prática.
- Para se dar bem em um trabalho, dedique-se, faça com vontade e - o mais importante - ame o que você faz.
- Você sempre receberá críticas, portanto, pegue as construtivas, aceite os elogios e esqueça o restante.

Ok, eu confesso. Eu estava lá para agregar conhecimentos e tal, mas não pude deixar de notar. Eduarda Streb, que elegância! Com um casaco dourado, calça jeans e scarpin, ela estava poderosa! Me imaginei em um casaco dourado daqueles, mas em mim ficaria terrível, certeza. Sou uma pessoa mais para prata do que ouro, acho. E a Débora de Oliveira tinha umas botas lindas também, sem salto, bem do tipo que eu gosto. Quanto será que ela calça? E a Mariana Oselame tinha tipo uma manta roxa, super na moda. Também quero.

Bom, a essa altura, meu post pulou de jornalismo esportivo para moda, mas as dicas servem igual.

E só agora me dou conta que ainda não postei a quarta parte da saga da auto escola. Mas já tá pronta! Aguardem para essa semana, quem sabe. E, ah sim. Um feliz dia das mães pra todas as mamães (e em especial pra minha, a melhor de todas!). ;*