30 de jun de 2013

digam olá para a frida

Sou louca por cachorros. Acho muito impossível não ser. Eles reúnem as melhores coisas do ser humano. Ficam sinceramente felizes quando as pessoas que eles mais amam aparecem, não são vingativos, não são rancorosos, não tem inveja. Brincam, correm, pulam. São fedidos ou cheirosos, grandes ou pequenos, com manias ou sem, se aceitam de qualquer forma. Mas mesmo assim, são as coisas mais adoráveis do mundo.

Apesar desse amor todo, moro em um apartamento acarpetado e, por esse motivo, não sou dona de um cãozinho. Mas me divertia muito com a Filomena, que quem lê meu blog a mais tempo já deve conhecer.


Me divertia com a Filomena, verbo no passado. Pois agora me divirto com a Filomena E a Frida! Simmmm, mais uma moradora da casa da minha avó! A Frida é uma border colie, raça daqueles cães que cuidam das ovelhas no filme Baby, o porquinho atrapalhado.  Ela é apenas um bebê, mas já cresceu muito em pouco tempo. Promete ser o terror do jardim da vó.






O mais engraçado é que a Filomena está a mais tempo na casa e, por isso, comanda. A Frida segue a pequena por todos os lados, até quando a Filó vai no potinho beber água. Coisa mais rica!

Tentei tirar uma foto com ela nesse final de semana, para atualizar esse acompanhamento do crescimento, mas ela fica enlouquecida lambendo a minha cara, o que torna frustra qualquer tentativa de uma boa imagem. Então, segue a última comparação que eu fiz. Menos de três meses entre uma foto e outra. Que tal? :)




Tenho certeza de que ainda vou contar muitas histórias da dona Frida por aqui. E lá na página do Facebook também, é claro. Curte lá! Beijos e até mais! 

28 de jun de 2013

dedinhos formigantes

Ando naquelas fases de viver determinada coisa e pensar “bah, isso vai render um belo de um post pro meu blog”. Fazia um tempo que isso não acontecia. Não por eu não estar vivendo coisas boas, interessante ou digna de nota. Na verdade, acho que eu andava em crise. Sabe quando você acha que você mesmo é uma grande farsa? Fiquei meio que duvidando de mim mesma, da minha capacidade de manter um blog, de escrever coisas interessantes. É, meio complicado de explicar. E também andava atolada em freelas, já que eu faço formatação de trabalhos científicos e o pessoal andou entregando muitas monografias ultimamente. E também cheia de coisas da pós para ler e produzir. Complicado.

Mas, como uma nuvem que vai embora e mostra o céu azul, essa coisa ruim passou. E, magicamente, eu voltei a me sentir empolgada com tudo. E meus dedos formigam, com vontade de escrever. Por quanto tempo isso vai durar, eu não sei. Mas vou aproveitar essa maré de animação enquanto durar. Vai ser divertido.


Ah, uma dica: curta a minha página lá no Facebook! Posto diariamente por lá. Algumas ideias soltas, uns diálogos e, obviamente, umas fotos de nenês e cachorros – porque às vezes eu esqueço que já sou adulta.  

11 de jun de 2013

candy crush e suas lições de vida



Certo dia eu estava correndo os olhos pela timeline do Facebook, a procura de alguma coisa que me chamasse atenção. Algo que não fosse foto do próprio rosto da pessoa, gente contando vantagem ou imagens de bichos de estimação. Alguma coisa que trouxesse uma emoção diferente. Você pode até estar pensando “porra, sai do Facebook, vai ler um livro, corre pelado na rua, faz alguma coisa!”. Mas você não pode me culpar, pois tenho certeza que também fica atualizando e atualizando o Facebook a procura de alguma coisa que nem você sabe direito o que é. Nessa hora o papo começa a ficar filosófico demais e eu me lembro de me ater ao assunto inicial do post. Desculpe por esse déficit de atenção. 

Então eu estava correndo a timeline do Facebook quando me dei conta de que várias pessoas estavam jogando o tal do Candy Crush. Pelo que eu sabia, era mais um daqueles jogos bobinhos de peças e fases. Qual seria a razão de tantas pessoas estarem jogando? Obviamente resolvi investigar.

Foi a pior coisa que fiz na vida.

Ok, exagero. 

Mas tipo isso. 

Entrei no tal jogo e comecei. Combinar peças em forma de doce. Objetivos. Esperar alguns minutos por mais vidas. Sons divertidos e uma voz sexy dizendo TASTY ou DELICIOUS cada vez que eu fazia uma jogada com pontuação boa. Me senti foda.

Desde então, é raro eu ficar 2 dias sem dar uma jogadinha. E é claro que essas jogadinhas nunca duram pouco tempo. A ideia principal sempre é jogar umas 3 vezes. Ou, no máximo, 5 (que é o número de vidas disponível). Mas sempre acabo querendo mais e mais e mais e quando vejo já é depois das 11 e eu nem deitei pra ler meus livros. 

É isso. Às vezes o Candy Crush rouba o lugar que meus livros têm no meu coração. :O



Bom, pelo menos o boy magia vem antes do jogo. <3>

O Candy Crush ensina muitas coisas. Mostra quem são as pessoas que você pode contar quando precisa de vidas ou tickets para passar de nível. Ensina que muitas coisas da vida dependem da sorte - tipo, às vezes você consegue fazer mais brigadeirões do que em outras. E revela que, no fundo, a vida é tão boa quanto frustrante. Às vezes um negócio rola, às vezes não. E o que a gente tem que fazer é lidar com isso. E ficar naquelas de: tá, vou tentar só mais uma vez. MAS ESSA É A ÚLTIMA.

E vocês, jogam? Contem aí!

só um blablabla



OLHA QUEM CHEGOU... EU! 

Falei que ia postar com mais frequência e aqui estou. No último post, levantei uma série de assuntos que poderiam ser abordados aqui. Algumas pessoas votaram no Facebook, outras comentaram, outras falaram comigo... Daí fiquei confusa e não consegui organizar os dados em uma ordem bonita. Então vou escrever sobre tudo, em alguma forma aleatória. Tá bom pra vocês?

E vamos começar com Candy Crush. Que virá em um post separado, porque meu transtorno de organização me impede de misturar coisas em uma mesma postagem. A não ser que isso já tenha sido previamente combinado, o que não é o caso dessa vez. Então... até daqui alguns minutos! :)

3 de jun de 2013

a libélula negra chamada culpa


Quando eu penso no quanto meu blog está abandonado, uma libélula negra chamada CULPA surge no meu estômago e, não satisfeita com uma mera aparição, começa a dançar quadradinho de oito. Sim, eu sei que eu disse que iria aparecer. Eu sei que estou devendo muita coisa por aqui. E também sei que esse post nem deve estar sendo lido, porque empresa que trata o cliente com descaso quebra. Quer dizer, isso se esse blog fosse uma empresa. Você me entende.

Apareço aqui com um misto de felicidade - por estar voltando - e vergonha -  por ter ficado tanto tempo afastada.  Mas não vamos nos ater a essa gap de tempo entre o último post e esse alô de hoje, né?
Pra retomar com gás total, elenquei alguns possíveis assuntos que vou abordar aqui. Tenho muita coisa pra contar e nem sei por onde começar.

Então, leitor, peço que escolha abaixo qual é seu favorito e poste nos comentários, juntamente com seu lindo nome. Dessa forma, vou resolver dois assuntos numa tacada só. Vou

a)      Definir as prioridades de postagens do Blogando.
b)      Descobrir se alguém ainda lê esse blog.

Vamos aos assuntos, sim?
- festa de formatura
- candy crush
- a louca da formatação
- pós graduação
- apresentação do tcc
- almofada do elvis
- o cachorro novo da família
- apê da amiga
- *sugira um post*.


É isso. Aguardo você. Beijo.