31 de jan de 2013

pensamentos de uma nicole formada.



Eu continuo aquela mesma Nicole de sempre. Chata, engraçada e numa luta constante com a balança. Porém, agora carrego um novo título: sou bacharel em comunicação social. Em outras palavras, me tornei uma jornalista diplomada. De uma maneira prática, o que isso mudou na minha rotina até agora? Duas coisas: agora eu não preciso mais ir para a faculdade todas as noites e quando eu me olho no espelho posso dizer “olá, jornalistona”. É, por enquanto é isso. 

Quando eu era pequena sonhava em ser repórter. Correr atrás da informação e contra o relógio, descrever em textos curtos o que acontece no mundo. Até pensava em, quem sabe, assumir a bancada do Jornal Nacional ou coisa do tipo. Mas vem a vida e coloca as coisas no lugar que ela quer, não é mesmo? Acabei caindo de paraquedas no mercado publicitário - e me apaixonando.  

Aprendi muito no curso de jornalismo, e os conhecimentos que tirei de lá me ajudam na minha profissão. Sem contar que as experiência vividas ao longo desses 7 anos são inesquecíveis – e as amizades eu vou levar pra sempre. 

Blair falando por mim.

Nos próximos posts eu vou mostrar um pouco mais sobre a cerimônia, que foi um sonho, e a festa, que foi uma ousadia embriagada e maravilhosa. Na real, acho que escrevi esse post meio que pra mim mesma. Tipo uma forma de deixar a ficha cair e começar a colocar as coisas no lugar. É que é muito doido, né. Quando tu espera tanto por uma coisa e então, pluf, ela vai lá e acontece. E eu me formei. 

Um ciclo acabou e eu tô louquinha para começar outro. Fevereiro começa amanhã, e nós vamos que vamos, não é? BEIJO, BRASIL!

30 de jan de 2013

cara, imagina na copa



Inconformada com tantas coisas nesse nosso país tropical, eu sou uma das primeiras pessoas a comentar “cara, imagina como vai ser na Copa”. Eis que hoje tive motivos para acreditar que ok, talvez as coisas não deem tão errado assim... 

O projeto Imagina na Copa reúne histórias de jovens brasileiros com iniciativas para dar uma ajeitada no Brasil. Iniciativas que tem por objetivo deixar o país prontinho para receber a Copa e ser campeão. É claro que esse campeão vai muito além do âmbito futebolístico, né?

Gamei no vídeo de apresentação do projeto. Ando numa vibe muito all tipe ultimamente. Ou sempre. Enfim. Play nele! 



Até o momento, 4 histórias já foram publicadas lá no site. Ainda serão publicadas mais 71 até o apito inicial das partidas. Bora conferir, acompanhar e apoiar tanta ideia bacana?

http://imaginanacopa.com.br/

29 de jan de 2013

eu teria morrido na boate kiss



No domingo de manhã poderia ser a minha mãe a estar nervosa, apreensiva, lotando meu celular com 104 chamadas sem nenhuma resposta. Poderiam ser os meus amigos me procurando em uma lista com mais de duas centenas de nomes que jamais terão um rosto sorridente associado. 

Se eu estivesse na boate Kiss, em Santa Maria, provavelmente teria ficado entre as vítimas que foram queimadas, asfixiadas, pisoteadas.  Sim, é bem provável.

Em situações confrontadoras, o meu instinto é fugir. Porém, em meio ao escuro, à fumaça e ao pânico, acho que eu ficaria sem ação. Provavelmente seria uma das pessoas que cairia no chão e lá ficaria. Até quando? Até o fim? Talvez. 

Toda essa situação me chocou e me tocou demais. Me fez lembrar em todos os lugares com estrutura pobre que já fui. E todas as festas com dançarinos e divertidamente perigosas brincadeiras com fogo. As imprudências pelas quais passamos achando tudo lindo, engraçado.

Mania boba que a gente tem de achar que tudo é eterno. Novela acaba, a forma de bolo tem o último pedaço e as pessoas que a gente mais ama se vão. Porque assim é a vida, ela começa, vai e um dia termina. O maior clichê é a mais pura verdade: a gente já vem pra cá com data de validade. 

A partir de agora, mais atenção com os lugares onde colocamos nossos pés. E mais valor aos momentos que passamos com nossos amigos, nossas famílias, em nossas casas e trabalhos. A gente nunca sabe se vai ter que ir embora sem nem dizer um último adeus.

9 de jan de 2013

voltei para a academia



O meu TCC foi o verdadeiro drama do ano que passou. Foi um assunto que monopolizou minha vida, deixou minhas costas com uma dor constante e encheu minha cara de espinhas de stress. Além disso, esse trabalho me fez deixar de ir à academia – porque sempre que eu estava lá, dando aquela caminhadinha básica na esteira, me sentia extremamente culpada e ficava imaginando todos os parágrafos que eu podia estar rendendo se estivesse em casa. Então fiz o derradeiro abdominal e larguei a toalha – definitivamente.

Eis que essa semana, a poucos dias da formatura, resolvi voltar para essa vida de rata de malhação. Vida de tênis, meia, luvinha, cabelo preso e muito suor. De acordar cedo e ir pra casa tarde, preenchendo a rotina atribulada com mais 2 horinhas de malhação diárias – e aqui não me refiro ao programete da Rede Globo...

Ontem fui a academia fazer avaliação. Me pesei e tive várias partes do meu corpo devidamente medidas. Ver todos aqueles números mais altos do que costumavam ser não me entristeceu. Pelo contrário: coloquei imediatamente na cabeça aquela ideia de “I CAN FUCKING DO IT”. Perder pelo? Eu posso. Ficar com as pernas mais bonitas? Eu posso. E não é só questão de poder: é de fazer! 


Então agora eu virei uma pessoa disciplinada. Não vou deixar de comer aquelas coisas que eu gosto, mas vou cortar aqueles excessos marotos que apareciam de vez em quando. Tipo comer uma pizza inteira em plena quarta... Isso não me pertence mais! Agora é academia, foco, ousadia e energia! E ok, aquela cervejinha no final de semana... ;D

Vou relatar aqui no blog o meu processo de emagrecimento. E as dores que eu sinto na panturrilha. E as experiências com broto de alfafa e cenoura ralada. Papos diferentes mais interessantes quando temperados da maneira correta. 


O objetivo é perder 8 quilos até metade do ano. Partiu? :D