16 de mai de 2010

ponderações pendentes sobre posts antigos

Nos últimos posts, comecei assuntos que, por algum motivo, não chegaram até o final - ou chegaram, mas resolvi fazer um adendo. E é nesse post que farei comentários e ponderações sobre eles. Vamos lá?

- Perguntei o preço da geladeira vermelha, people! Na verdade, foi todo um diálogo. Acompanhem:
Nicole: - Alô? É da loja de antiguidades?
Cara da loja de antiguidades: - Sim.
Nicole: - Ah, oi. Eu gostaria de saber o preço dessa geladeira vermelha que vocês tem aí na frente.
Cara da loja de antiguidades: - Por essa eu tô pedindo 2 mil reais. (Sério, ele disse bem assim. Provavelmente ele é o dono, ou o cara que define o preço das coisas, sei lá).
Nicole: - Dois mil? Báh, hmmm, ahhhmm, errrm... (Choque, né!). Ahhh, então tá, eu...
Cara da loja de antiguidades: - Mas eu também tenho uma branca, no mesmo modelo antigo!
Nicole: - Ah, mas a vermelha é que é a mais legal, né?
Cara da loja de antiguidades: - Mas a branca é mais barata!
Nicole: - Ok, quando custa a branca?
Cara da loja de antiguidades: - Por essa eu tô pedindo mil reais.
Nicole: - Tá beleza, eu vou pensar então e qualquer coisa entro em contato. Obrigada!
É claro que não comprarei, né? Com dois mil reais eu compro livros, faço escovas definitivas, pago a faculdade, bebo, etc. E, de mais a mais, descobri que minha avó tem uma geladeira antiga em casa. Ela é menor e branquinha, mas é igualmente linda e ela me disse que vai me dar ela assim que eu quiser. Oba! Daí eu pinto se for o caso. :) Caso encerrado.

- Minha gaveta de gorda, no momento, está repleta de pacotes de pipoca de micro-ondas (micro-ondas é péssimo, né? Quando se escrevia tudo junto parecia tão melhor...). Siiiim, agora a agência onde trabalho tem um micro! Ou seja, nossos lanches da tarde serão muito mais do que chocolates e barrinhas de cereal. Comeremos pipoca, brigadeiro, pizza, feijão, o que der vontade e for possível aquecer lá. É claro que eu ficarei uns 67 quilos mais obesa, não é? Ok, mentira, eu sou daquelas que come e não engorda. Podem me matar agora. RÁ! Caso encerrado.

- Não, ainda não fui assistir o remake de A Hora do Pesadelo. Na verdade, não sei se vou ir - por mais que todos vocês tenham dito para eu ir e contar depois aqui e tals. É claro que vocês querem que eu vá, faça um fiasco e escreva um post hilário depois, não é? hahahaha Mas não sei não, hein? Vou assistir Robin Hood primeiro. :) Depois eu penso sobre o de terror.

Momento merchan:
Ok, eu sei que eu nunca tenho tempo para fazer nada, mas adoro me envolver em mais coisas e projetos - é algo mais forte do que eu. E são dois, dessa vez.
Um deles, vocês mal podem esperar para conferir, é a Revista No Divã. É uma revista digital feminina muuuuuito bacana, e eu estarei por lá. Mas ainda não está no ar, hehe, portanto, sigam o Twitter e fiquem na expectativa! www.twitter.com/revistanodiva. :D
O outro projeto é mais um blog, o Oh Djisus, que é feito em parceria com alguns colegas de trabalho meus. Ele mostra os bastidores nada normais de uma agência de marketing digital - que é onde eu trabalho, hahaha. :) É bem engraçadinho. Acessem ele clicando aqui.

E era isso, gente querida! Até apróxima!

9 de mai de 2010

o terror está de volta

Nunca fui uma pessoa fã de filmes de terror. Quer dizer, quando eu era adolescente (senhora velha falando), até assistia. Mas era aquela coisa: um bando de amigos, uma bacia de pipoca com Sazon (tri bom!), brigadeiro de panela e muitas risadas. O terror costumava virar piada. Mas nem sempre - afinal, a pessoa que mais se assusta no mundo tem nome e sobrenome: Nicole Dias.
Lembro bem do dia em que assisti O Chamado 2. Na primeira cena em que a Samara sai da banheira, toda trabalhada no cabelo ruim e na cara assustadora, dei um grito tão hardcore que assustei os outros com o meu susto. Na mesma hora, tirei o filme e não assisti mais. Fui covarde, confesso. E, como se fosse carma, ano passado fui no Museu de Cera em Londres e fui aterrorizada por uma pessoa vestida de Samara, que me perseguiu pelos corredores escuros da parte de terror que tem lá. Quase me ajoelhei e supliquei clemência - se eu conseguisse parar de gritar coisas do estilo "ai ai aii, é ela, É ELA, ela vai me pegar!". Deus, que vergonha.

Acho que meu maior problema com os filmes de terror é que eu me impressiono fácil. Eu não consigo olhar o filme de terror e pensar "é só um filme!". Eu fico com medo depois. De ficar sozinha na sala, de entrar no quarto, no banheiro. Medo de dormir... Seja que filme for. Fico com medo de espíritos, de palhaços, de forças ocultas, alienígenas, crianças macabras, pessoas com máscaras, sombras...

Depois de assistir Premonição, por exemplo, fiquei com medo de andar dentro de casa. Tudo era motivo para eu pensar que a ladina da Dona Morte poderia estar fazendo artimanhas para me pegar. Tipo, eu sairia do box, escorregaria em uma poça dágua, bateria a cabeça na privada e, bem, morreria né. E olha que eu nem havia tipo uma premonição nem nada.

Ok, eu não tenho medo do Jason, de Sexta-feira 13. Afinal, não adianta a velocidade que você corre ou o esconderijo que você arruma: Jason sempre alcança você - e mata você. Simples assim. Além do mais, é pouco provável que um cara com uma serra elétrica invada meu apartamento. I hope.

Porém, tenho muito, muito medo do Freddy Krueger, muito mais do que tenho da Samara. Na minha opinião, A Hora do Pesadelo é o filme mais apavorante que existe! Cara, o Freddy Krueger aparece no sonho das pessoas e elas, indefesas e tal, não conseguem acordar! E eu fico aflitíssima, porque a pessoa que lutar com isso. Ela tem medo, mas está cansada e quer dormir - porém, se dormir, ele vai aparecer. E ele tem aquelas garras, aquela roupa, aquela cara queimada... Passei noites em claro por causa do Freddy e da perspectiva de encontrá-lo nos meus sonhos e acordar morta (?) ou algo do estilo.

Me lembrei de todos esses papos de filmes de terror porque fui ao cinema sexta-feira, assistir o Homem de Ferro 2 (minha opinião fica para outro post!!) com um colega meu e, na fila da bilheteria, me deparei com um cartaz do Freddy, em tamanho real. Pavoroso, cara. É um remake da Hora do Pesadelo!

E agora eu estou com um debate interno. Algo me diz que devo ir assistir o filme, enfrentar esse medo que tenho e superá-lo - quase uma terapia. Porém, há a possibilidade de eu ir e ficar com muito mais medo ainda e, sei lá, me traumatizar.

E agora. Assisto o filme ou não?