19 de mar de 2012

minhas considerações sobre o último episódio de walking dead

Eu adoro zumbis. Adoro essa coisa de eles não cansarem nunca. De seguirem barulhos ou pessoas incansavelmente, pensando apenas em devorar qualquer carne que tiver pela frente. Adoro head shots. Adoro quando os humanos matam um zumbi depois do outro, sem piedade. E esse meu gosto por zumbis (e zumbis mortos) está agora no seu auge. Isso porque eu acabei de assistir ao último episódio dessa segunda temporada de Walking Dead. E só tenho uma coisa pra dizer sobre ele: CA-RA-LHO.

Se você está curioso, pode baixar o episódio clicando aqui. Ou pode ler esse spoiler aqui, que descobri ser exatamente igual ao episódio. Impressionante. Mas não, eu não vou contar o que acontece. Por outro lado, ficam aqui algumas considerações.

- sempre achei Rick um pau mandado, um fraco – além de ser corno, né. Mas, nesse episódio, clap clap clap Xerife Rick. Mostrou a que veio. Who’s the boss now? Rick, me liga quando der, ok?

- essa garoto, Carl, merece umas palmadas. Eu sou teimosa, mas ele me vence nisso. Sério. Acho que tem muito a ver com a criação dele. Bem assim:

- o mais impressionante é que o garoto Carl corre pela mata, pelo celeiro, foge de zumbis, etc etc etc, mas nunca perde aquele chapéu idiota que ele usa enfiado na cabeça. Colaram o negócio? Qual a explicação disso?

- Shane, já vai tarde. Você estava me dando nos nervos desde o dia em que raspou a cabeça e começou a ficar mais insano a cada episódio.

- Jeremy e Patrícia, não vou sentir falta de vocês. Aliás, tive que pesquisar o nome de vocês.

- Meggy fica com o cabelo bonito mesmo vivendo em uma fazenda, no meio do nada, em uma sociedade tomada por uma invasão zumbi.

- A barriga de Lory vai crescer em algum momento? Ela está grávida há DÉCADAS e nada acontece. Espero ver algo na terceira temporada.

Ok, lá vai UM SPOILER desse episódio: T Dog fala.

Ok, é isso. Assistam e voltem aqui pra me contar o que acharam. E, por favor, me indiquem uma nova série. Preciso de uma diversão até outubro – e que não seja a minha monografia.

O Vitor, meu irmão e meu amigo Dedão vivem falando de Alcatraz. É boa mesmo, será? Tanto quanto Walking Dead? Hm.... Veremos.

BEIJO!

11 de mar de 2012

sobre a minha monografia e como eu ando nervosa por causa dela

Quem me conhece direito (ou que lê meu blog há um tempo considerável) já sabe que eu sou uma pessoa ansiosa – ou, mais precisamente, propensa a estar constantemente nervosa por alguma coisa. Se eu vejo que pela frente tenho algum desafio – ou se às vezes acho que meu futuro parece distante e nebuloso - tendo a ficar realmente neurótica por causa disso, ao mesmo tempo em que faço o que for possível para ficar no controle da situação.

E aqui estou eu para revelar para vocês que, para variar, mais uma vez estou à beira de um ataque de nervos. E tudo isso por causa da tal da MONOGRAFIA, que tem tomado conta do meu tempo livre – e dos meus sonhos (e pesadelos também).

É, caros amigos. Depois de mais anos do que eu gosto de contas, cheguei na reta final da minha graduação de jornalismo. Mas antes de me agarrar no canudo e ir beber tequila com meus amigos, preciso encarar esse negócio chamado de TCC. Que, acabei por descobrir, é um negócio DO MAL.

Você precisa definir um assunto, justificar porque vai estudar ele, ver autores que falam sobre ele – porque a sua palavra não conta nada. Quem é você, afinal de contas, na academia dos pesquisadores? Um ninguém!!!! – levantar hipóteses, e depois desenvolver tudo isso em um trabalho que costuma ter NO MÍNIMO umas 60 páginas.

Daí a primeira coisa é definir o tal do assunto. Quanto à isso, estou tranquila. Vou fazer sobre algo que eu gosto mesmo, e que meio que me vejo inserida: Justin Bieber e uhauheiaheiaheihaeia not. Vou falar sobre, SOEM OS TAMBORES, redes sociais. Ok, vai ter outros focos, revistas femininas vão entrar na dança, mas não quero dar muitos detalhes senão vocês vão dormir. Falar de TCC é tão legal como falar sobre, hmmm, pedra nos rins. Para você, pode até parecer interessante. Para os outros não é.

Ainda estou fazendo a disciplina de mono I, então não preciso escrever todo o TCC ainda, só o projeto dele. Mas é claro que eu já estou obcecada por isso. Já defini meu tema, já tenho professora orientadora e já li vários livros à respeito do assunto – ou seja, já tenho uma base meio que consistente para fazer o trabalho render. Mas, obviamente, eu não consigo ficar tranquila.

Agora eu almoço na frente do computador. Acordo às 6 da manhã para ler livros sobre Internet. Chego da aula depois das 10 da noite e começo a escrever parágrafos do meu problema de pesquisa, para então achar tudo uma merda, apagar e começar a escrever de novo exatamente a mesma coisa. Vou dormir tarde, acordo cedo, num ciclo vicioso que não acaba nunca e parece que só vai acabar sabe-se lá quando. Existe vida depois do TCC? Não é fácil. Acho que eu vou acabar surtando. E eu ainda nem fiz 23 anos! =(

Aos meus leitores, peço compreensão: minha vida acadêmica vem antes do meu blog. Mas prometo, eu disse PROMETO, que mais posts virão.

Enquanto isso, comentem ali que eu vou conseguir e que vocês acreditam no meu potencial. Sério, isso vai me fazer bem.

Um beijo nervoso e até a próxima!