24 de ago de 2008

tudo tem seu valor

Tudo na vida tem seu valor. Você paga para ir na balada, na manicure, paga por aquela blusa rosa bonita e por aquela sapatilha com lacinho. Paga em dinheiro, mas paga. Já quando o assunto é amizade, o valor é outro. Você precisa escutar sua amiga chorando o fora dado por daquele namorado babaca, emprestar seu cd novo com risco de ele não voltar nunca mais, repetir 2382 vezes que sua amiga não está gorda e acompanhar a galera em programas que você não está com muita vontade de ir. Porém, você também ganha carinho e atenção quando está manhosa, escuta conselhos quando precisa, recebe ajuda naquela lição de matemática que não entende de jeito nenhum e se sente feliz por ver o quanto é especial para aquelas pessoas. A amizade custa sim, tanto pra você quanto para o outro lado, os seus amigos. É um tal de dar e receber sem envolver quantias em dinheiro (bom, talvez até você tenha que emprestar uns reais para alguém, mas isso não vem ao caso). E, veja bem, colocando tudo na balança, você até sai no lucro! Dá pouco e recebe muito. Amizade é assim. Custa, mas que bom que existe.

17 de ago de 2008

a espiã da internet

Sim, confesso, eu espiono os outros na internet. Adoro as atualizações do Orkut - saber logo o que tem de novo para se ver. Se alguém mudou o relacionamento, logo vejo quem é, e se começou a namorar, se terminou. Se alguém mudou o 'quem sou eu', dou uma espiada - ainda mais se é alguém que eu sei que escreve perfis legais. Olho as fotos também - mas acho uó aqueles que só colocam fotos de si mesmos, se achando os mais gatos.com da internet. Fuxico, espiono, quero saber quem saiu com quem, quem viajou para onde, o que as pessoas leram, assistiram, estão ouvindo - porém, sou seletiva nas minhas 'espiadas'. Não gosto de ver os vídeos, nunca leio scraps alheios e, como espio as pessoas, não fico deixando no meu status frases como "parem de fuxicar minha vida' e semelhantes - baita hipocrisia. Eu apago meus recados sim, bloqueio minhas fotos e tal, mas eu fuxico mesmo. Não ganho nada com isso (ôo, se ganhasse, hein?), mas, veja bem, vou vivendo. ;D

9 de ago de 2008

a gravata rosa do Bonner

Ontem, durante o intervalo da faculdade (sim, eu tenho aula em sextas à noite), assisti ao finalzinho do Jornal Nacional - tomando café grátis com muito açúcar. O café e sobre ter aulas em sextas-feiras ficam para outro post - o assunto de hoje surgiu graças a Willian Bonner, que usava, com seu terno costumeiro, uma gravata cor de rosa. Diz meu professor que provavelmente foi a Dona Fátima que escolheu a dita cuja. Sei lá. Porém, a gravata rosa do Bonner me abriu a cabeça para milhares de coisas que eu jamais tinha pensado a respeito do mundo jornalístico (e olha que eu estudo jornalismo e já pensei várias coisas sobre isso). Por que os âncoras geralmente usam ternos e terninhos e o cara que fala dos esportes usa um "blusão" (ou uma jaqueta marrom)? O que os jornalistas vestem atrás da bancada de apresentação dos jornais? Por que não usam terno no Fantástico? Não é hora do Zeca Camargo dar um jeitinho naquele cabelo? (Não que isso venha ao caso). Mas, enfim, "filosofei" a respeito das vestimentas da televisão. Não cheguei a lugar nenhum com isso, mas fiz várias imagens mentais bem interessantes: Fátima Bernardes, no auge do verão, com seu blazer e de shortinho e Havaianas, sentadinha e pronta para as notícias do dia. Bonner de calça jeans. Bonner de calça de moletom e regata. Bonner de bermuda e chinelão Raider. Bonner de sunga. Uau! Eu disse que não cheguei a lugar nenhum, não disse? Mas, óh céus, depois que eu vi o Bonner de gravata rosa (mesmo que lilás seja muito mais tendência), tudo é possível.