30 de mar de 2014

Buenos Aires: dúvidas e dicas iniciais para quem quer viajar

Já faz tempo que estou devendo posts sobre minha viagem a Buenos Aires aqui no blog. Tenho recebido dezenas de pedidos de dicas e ajuda para quem vai conhecer a capital portenha pela primeira vez. Nada melhor do que tomar vergonha na cara e compartilhar publicamente os conhecimentos que tenho, não é mesmo?

Antes de começar de fato, vale lembrar o que já foi postado aqui:

E vale lembrar, também, que as minhas dicas são baseadas nas experiências que eu tive e no que aprendi na minha viagem, que fiz com mais duas amigas em julho do ano passado.

Enfim, começando pelo começo: na minha opinião, a época mais legal para ir para Buenos é no inverno. O lugar é um charme, uns até chamam de “Europa da América Latina”, então o frio deixa tudo mais bonito. Porém, é preciso ir preparado com casacos quentinhos, luvas e até gorros – o vento castiga quando você está pela rua, já as lojas são todas climatizadas.... É um tira e põe de casaco, mas faz parte.

Casaco grosso, luvas, lenço no pescoço e protetores nas orelhas: o vento é gelado nas ruas de Buenos Aires

Como ir? Bom, há quem prefira catar promoções de passagens pela internet e se hospedar em hostels – tem muitos por lá e dizem que os preços são bem camaradas. Eu, porém, fiz diferente: comprei, com antecedência, um pacote de viagens na CVC. Dessa forma, pude escolher exatamente o dia que queria ir e voltar (eu e uma amiga queríamos comemorar nossos aniversários lá, então o período estava friamente calculado).

Além disso, preferimos nos hospedar em um hotel. Passávamos o dia todo andando de um lado para o outro, pegando trens, perambulando por lojinhas e museus... Quando chegávamos no hotel, não tinha nenhum esquema de banheiro coletivo, de quarto com muitas pessoas, etc etc. Ficamos em um quarto triplo no Hotel D’artist, que fica no Centro, próximo ao Obelisco. A estrutura era muito boa, toda a equipe era muito simpática e solícita, nosso banheiro tinha uma banheira e o café da manha tinha croissants incríveis (que lá eles chamam de medialuna).

O hotel em que ficamos era lindo, cheiroso (sério) e tudo de bom. Quarto climatizado - e tinha até uma banheira. 

Escolhemos ir pela CVC pelo fato de sermos inexperientes em viagens internacionais desacompanhadas (até brinquei que não ia nenhum “adulto” com a gente, mesmo todas nós tendo 24 anos). Quando chegamos na Argentina, tinha pessoas esperando pela gente, que nos levaram ao hotel e ainda nos mostraram algumas coisas da cidade. Mesma coisa no dia de voltar: na hora marcada, apareceram no hotel e ainda carregaram as nossas malas para dentro da van. Outras coisas legais da CVC: é possível pagar a viagem em 10 vezes, o nosso pacote contava com um city tour (conto no outro post) e o guia aparecia todos os dias de noite no hotel – era possível tirar dúvidas com ele e trocar reais por pesos.

No próximo post sobre Buenos Aires eu vou falar sobre o roteiro que fizemos por lá: os lugares que conhecemos, os bairros por onde passamos e como nos locomovemos por lá. Mas, de antemão, já deixo a dica: compre um guia já aqui no Brasil. Leia antes, veja as imagens e lugares que agradam. Anote os endereços e horários de funcionamento. Eu comprei o guia da Viaje Mais. Ele veio com um mapa que foi ESSENCIAL na viagem. Sério, tenha um mapa. Esse é o principal conselho desse post – quiçá de toda a vida.

Mapa de Buenos Aires: você precisa ter um.

Até a próxima! 

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