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9 de out. de 2013

semana 8: os melhores filmes infantis que já assisti foram


Oláaaaaaa, cheguei com mais um post do Desafio das 52 semanas! Olha, só com esse desafio pra eu vir postar aqui no blog, hein? As coisas andam uma loucuuuura – e em breve vou ter muito pra contar aqui. Como por exemplo o concurso de culinária que participei. É, amigos! E não apenas participei, como fui finalista! Em breve falo mais sobre isso. Também quero falar sobre o projeto #fiquemagranicole, que tem dado muito certo – e me deixado muito feliz. Mas isso vai ficar para a próxima oportunidade. Hoje vou falar sobre os melhores filmes infantis que já assisti. Vamos lá!



- Up Altas Aventuras. Às vezes me pego assobiando a música do início, que mostra a vida de casado do protagonista. Uma verdadeira história de amor em poucos minutos, mais bonita, doce e sincera que muitos romances que já vi e li por aí. Isso sem falar no restante do filme; um escoteiro gordinho, cães felizes e falantes, balões coloridos e uma casa que voa. Uma combinação que me conquistou muito.


- Ratatouille. Um ratinho metido à cozinheiro, apaixonado pela França. Um dos meus favoritos. Cheio de frases lindas, pensamentos e aquela busca incessante pelos sonhos. Uma das coisas que eu mais gosto no mundo dos desenhos animados é que tudo acaba sendo possível.


- Valente. Foi uma grande surpresa o tal de Brave. Fui assistir no cinema, sem muitas expectativas, e acabei saindo completamente apaixonada. Estava faltando mesmo uma princesinha ruiva e meio rebelde. Uma graça!


- Aladdin. Chegamos a hora de falar daqueles que fizeram parte da minha infância. Aladdin é um que se eu sentar para assistir, vou saber todas as falas de cor. Um gênio, um lugar exótico, uma princesa... Adoroooooooo! A cena do tapete mágico, com aquela música "Um Mundo Ideal" sempre me fez suspirar e pensar que um dia eu também poderia ter um grande amor e sobrevoar a cidade noite adentro. HAHAHA sério. 


- A Bela e a Fera. E para completar, Disney novamente! A Bela e a Fera sempre me encantou por causa das xícaras, mesas e relógios falantes. E assistindo de novo para um trabalho da faculdade, vi coisas que eu nunca tinha percebido: a protagonista é julgada porque gosta de ler, a coisa do amor sincero, a maldade alheia... Coisas que a Nicole criança nunca tinha percebido. E isso tudo faz eu gostar cada vez mais de desenhos e coisas assim. A magia continua sempre, não importa o tempo que passe!


23 de set. de 2013

invocação do mal: o meu primeiro filme de terror


Se tem uma coisa que me deixa empolgada é ir ao cinema. Adoro todo o processo do comprar ingressos e pipoca, a expectativa de que comece logo, as luzes apagando e o barulho de refrigerantes abrindo por toda a sala... Ok, talvez sem a parte do barulho dos refrigerantes. Se eu começar a falar de coisas que me deixam irritada no cinema, esse post perderia totalmente o foco inicial dele - e ficaria enorme, já que eu sou a pessoa mais chata do universo. Vamos focar na parte de “eu amo ir ao cinema”, ok? 

Fazia tempo que eu não ia, porque a programação das cidades mais próximas estava cheia de filmes adolescentes, dublados ou nacionais – e eu prefiro ficar em casa jogando The Sims do que ter que optar por qualquer um desses. E então lançaram, em uma sexta-feira 13, um filme chamado Invocação do Mal. 

O boy Um amigo meu logo mostrou interesse em ver e eu, que nunca tinha assistido um filme de terror no cinema, decidi encarar a missão. 


 - Dois ingressos para Invocação do Mal, por favor. 

Peguei com as mãos tremendo. Comprei pipocas enormes e um copo de Coca-cola maior ainda - em caso de terror supremo eu me distrairia com a comida, oras! Nos sentamos em um lugar bem central, já que o amigo não queria perder uma parte sequer. Ele, na verdade, parecia estar com uma estranha satisfação em me ver apavorada – visto que ele é fã de filmes do gênero e já tinha assistido muitas produções aterrorizantes na telona. 

As luzes apagaram, os trailers começaram e eu já tirei um casaco de dentro da bolsa – trazido com a clássica desculpa “é muito frio dentro do cinema”, sendo que obviamente o meu objetivo era me esconder atrás dele. 

Enquanto isso, o amigo me explicava táticas para não levar sustos. Prestar atenção na música, tentar ignorar ela, entoar mantras mentais dizendo “eu sei que vai dar merda, não vou me assustar”. Só digo que ao longo do filme essas coisas não deram muito certo – nem pra mim e nem pra ele. 

Não vou falar muito sobre o filme, até porque 1) eu recomendo que vocês olhem 2) esse não é um blog com resenhas ou sinopses de cinema. Enfim, trata-se de uma história baseada em fatos reais, de um casal que nos anos 70 exorcizava, espantava bruxas, falava com espíritos, investigada casas mal assombradas e etc etc.

Me deixei envolver pela história, mas quando eu via que ia ficar com medo ou que algo meio sinistro ia acontecer, eu escondia minha cara atrás do casaco. O amigo tentava fazer com que eu olhasse, mas eu evitava. Olhava para ele, para a pipoca, para os sinais luminosos da saída de emergência.

Eu outros momentos acontecia o contrário. Eu sabia que ia acontecer alguma coisa, mas estava preparada e continuava assistindo. Nisso, o amigo tentava tapar meus olhos com as mãos, sussurrando um “não olha, vai ser feio”. Mas eu queria ver, então rolava uma mini-luta entre a gente nessas horas.  

Confesso que em algumas horas eu até esquecia que o filme era de terror, e me pegava com pensamentos de como as casas dos anos 70 eram diferentes, como as pessoas ficavam desesperadas em situações de emergência – sem celular nem nada -, e, claro, como a Vera Farmiga é elegante. Usaria cada um daqueles penteados elaborados. É, misturo pavor com ideias de  beleza. Sou dessas. 


Gosto de olhar as outras pessoas pelo cinema, e nos filmes de terror isso é bem bacana. A sala estava repleta de casais e em praticamente todos eles as mulheres estavam encolhidas e agarradas nos braços de seus boys. Cadê a nossa força e independência, mulherada? Haha. 

Então o filme acabou, as luzes acenderam. As pessoas começaram a sair do transe apavorante em que estavam, praticamente coladas nas poltronas. E eu percebi que adorei cada minuto da experiência. O medo e o suspense são coisas que fizeram eu me sentir viva! Mãos suadas, frio na espinha, reviravoltas, adrenalina, tranquilidade e tensão. Um mix de sensações em pouco menos de duas horas! 

Sou a mais nova apaixonada por terror que existe – e quando outros entrarem em cartaz, podem me avisar. Ou me pagar ingressos, já que o preço do cinema é outra daquelas coisas que me deixam irritada.

23 de abr. de 2012

fui ver titanic 3D


 Desde o dia em que eu vi que sairia uma versão 3D do Titanic, já fiquei com as entranhas reviradas de tanta ansiedade. Esse filme é um dos tops da minha lista de “filmes que eu sempre vou parar para assistir se por acaso estiver passando na televisão”. Nessa lista ainda entra o Casa Comigo, De repente 30 e qualquer um dos Harry Potter ou Senhor dos Aneis. Mas Titanic é quase imbatível. 

Foi um dos primeiros filmes de verdade (que não era desenho animado e tal) que eu fui assistir no cinema. Eu tinha o que, uns 7, 8 anos, e fui com a escola. Lembro que depois, em sala de aula, tivemos que fazer um desenho sobre o filme. Eu, é claro, desenhei Jack e Rose de braços abertos na ponta do navio (enquanto meus coleguinhas fizeram desenhos óbvios e sem sentimento das fornalhas ou do tamanho do convés). Fiquei apaixonada por esse história de romance proibido, de ir contra as ideias dos outros, de fugir pelo navio em pleno naufrágio – e morrer congelado de puro amor. 


Então, no mesmo final de semana que estreou o filme, convoquei uma amiga e meu namorado para ver qual seria a vibe do iceberg em 3D. Mas no fundo no fundo, vou confessar aqui pra vocês, eu queria mesmo é assistir o filme de novo em telão, com ou sem efeitos visuais diferentes. 

Chegamos lá no cinema com uma hora de antecedência e a fila já estava enorme. Detalhe que era um domingo de noite. Quem sai de casa num domingo de noite para assistir um filme que tem 15 anos de idade? Resposta: eu e mais toda a galera que lotou – repito, lotou – a sala de cinema. 

Então o filme começou e tenho que dizer: no início eu fiquei prestando atenção para ver se os efeitos 3D eram mesmo espetaculares – já que por trás de tudo isso tinha o James Camerom, responsável também pelo Avatar. Achei que estava tudo muito lindo. É claro que eles tiveram algumas limitações, né. O filme é antigo, coisa e tal... Mas eu achei que funcionou. 

Eu estava ali, mega observadora. Mas então foi só o Bill Paxton dizer “está pronta para voltar ao Titanic?” para aquela velhinha que... sei lá, foi mágico. Eu estava assistindo, de novo, um dos meus filmes favoritos. Embarcando naquele navio com cheiro de tinta fresca e louças nunca usadas, com elegantes jantares e todo aquele mundo de fofocas envolvendo os ricos. Eu poderia tirar o óculos 3D que meu encantamento não teria diminuído. Chorei nas mesmas partes de sempre – Jack indo para o fundo do oceano congelado é de uma tristeza sem tamanho – e fiquei tensa exatamente como em todas as vezes que assisti. Tudo lindo!

I LOVE TITANICCCCCCCC!!!!!!!1!11!11one!!!!!!

Respira. Respira.

Ok, estou pensando seriamente em ir de novo. Alguma parceria?

23 de jul. de 2011

10 dias 10 posts - 6: filmes dublados

Eu sou totalmente livre de preconceitos quando o assunto é cor, credo ou opção sexual. Acho que cada um decide o que é melhor para si e ninguém tem nada a ver com isso. Porém, eu sou absurdamente intolerante com coisas extremamente bobas. Algumas eu já falei por aqui. Gente que é ogra no ônibus, pessoas que preferem pipoca doce no cinema, pessoas que usam sapatinhos de borracha, e por aí vai. Mas outro desgosto na minha vidinha pacata são pessoas que gostam de assistir filme dublado.

Não digo pessoas que assistem filmes dublados porque não tem outra opção: os filmes que passam nos canais de televisão abertos, por exemplo. Tô falando daquelas pessoas que vão até a locadora, pegam um filmezinho em DVD (ou bluray, que é mais moderno e phyno) e selecionam a opção “dublado”. Ou aquelas que vão ao cinema assistir filmes dublados, porque gostam de ver efeitos especiais e as legendas “atrapalham”.

É, existem pessoas que fazem isso. Li nessa matéria aqui. 56% dos brasileiros preferem filmes dublados. Mais da metade. Quero saber por onde andam esses 56% aí. No meu círculo mais próximo, são pouquíssimos que apreciam filmes assim. Tipo, umas duas pessoas entre 200. Mas, como meu amigo disse, as pessoas não gostam de pensar. Então, nada melhor do que um filmezinho falado em sua própria língua, né não? NOT.

E, sério, filmes dublados são pooooodres, pelamooorrr de deeeeeus! Os caras que dublam acham que brasileiro não pode escutar palavrão (quando, por ironia, os filmes que são daqui são recheados de expressões de baixo calão), daí um “fuck you, motherfucker” acaba se tornando “vá se danar, seu idiota”. E um “fuck!” vira “droga!”. Porra, gente, pra que isso? Sem falar que muitas piadas e ironias se perdem quando traduzidas.

Outra coisa que eu não entendo é por que os nomes dos filmes são traduzidos de maneira diferente também. Tipo The Godfather. ONDE é que godfather é O Poderoso Chefão? Hahahahaha! Season of the Witch acabou virando Caça às bruxas. E por aí vai.

E porque a plataforma 9 ¾ do Harry Potter acabou virando 9 ½ nos livros em português?

Ok, isso fica para outro post.

E hoje é a comemoração do meu niver. Vem gente! E até a próxima!

18 de out. de 2010

filmes que me deixam frustrada

Na minha opinião, todos os filmes deveriam ter um final feliz. Ou pelo menos um final otimista. Não tem nada que me deixa mais frustrada do que um filme que termina e o personagem principal se dá mal ou continua na mesma ou coisa assim.

Se você não gosta de saber finais de filmes, pare de ler esse post imediatamente. Continuou? Beleza, vamos lá.

Assisti esses dias do filme Amor Sem Escalas, com o George Clooney. Ele tem um emprego estranho: é contratado para demitir pessoas. E viaja de um lugar para o outro para isso. E o que ele gosta é de viajar, mas ele descobre que tem uma vida vazia. Nem das irmãs ele é muito íntimo. Daí ele conhece uma mulher lá, e eles se envolvem. Ah, ele tem uma colega de trabalho tri jovem também, que eu acho que é a atriz que é a amiga da Bella no Crepúsculo, mas eu não tenho certeza. Seja lá quem for, essa colega meio que dá a real pra ele, falando da vidinha de merda dele e tudo mais. Daí ele decide ir atrás dessa mulher com quem ele se envolve. Daí quando você pensa que finalmente a vida dele vai mudar, e você até se senta direito no sofá e tals, ele chega na casa dela lá em Chicago e descobre que ela tem um marido e filhos. Tá, daí vai e vai e tals. Não sei resumir filmes, desculpa aí. Enfim. No final de tudo ele continua com a mesma vida fodida que ele tem! Tipo, do que adiantou tudo?

A mesma coisa naquele filme que eles se divorciam mas ninguém quer sair da casa e eles dividem ela ao meio. Como é o nome do filme? Tem a Jeniffer Aniston, eu acho. Bom, não importa. Eles se divorciam e no final você meio que espera que eles voltem a ficar juntos. Mas eles não ficam. Eles passam um pelo outro na rua e cada um vai para o seu lado.

Tipo, eu sei que na vida nem sempre as coisas ficam 100% e tals, mas nos filmes deviam ficar, porra! Isso me deixa frustrada. A gente já se mata na academia e espera um monte para ver um resultado. Quebra a cara em relacionamentos que são uma piada. Anda em ônibus cheio, tem domingos chuvosos, bate o dedinho do pé no sofá. Já chega de tragédia nessa vida, gente! Custa os filmes terminarem de forma positiva?

Lanço a campanha: queremos filmes com finais felizes. Vocês me apoiam nessa? :o)
______

Ah! Você já respondeu a minha pesquisa? Só vou divulgar os resultados quando ela chegar a um número razoável. Esse blog aqui tem uma média de 100 acessos diários, o que não é muito, visto que tem blogs por ai que tem ziguilhões de acessos, mas também não é tão pouco assim não, hein? De qualquer maneira, já tive 56 respostas lá no questionário. Então, com mais umas 27, já fico contente. Portanto, clica aqui e responde DJÁ!
Beijo!

16 de mai. de 2010

ponderações pendentes sobre posts antigos

Nos últimos posts, comecei assuntos que, por algum motivo, não chegaram até o final - ou chegaram, mas resolvi fazer um adendo. E é nesse post que farei comentários e ponderações sobre eles. Vamos lá?

- Perguntei o preço da geladeira vermelha, people! Na verdade, foi todo um diálogo. Acompanhem:
Nicole: - Alô? É da loja de antiguidades?
Cara da loja de antiguidades: - Sim.
Nicole: - Ah, oi. Eu gostaria de saber o preço dessa geladeira vermelha que vocês tem aí na frente.
Cara da loja de antiguidades: - Por essa eu tô pedindo 2 mil reais. (Sério, ele disse bem assim. Provavelmente ele é o dono, ou o cara que define o preço das coisas, sei lá).
Nicole: - Dois mil? Báh, hmmm, ahhhmm, errrm... (Choque, né!). Ahhh, então tá, eu...
Cara da loja de antiguidades: - Mas eu também tenho uma branca, no mesmo modelo antigo!
Nicole: - Ah, mas a vermelha é que é a mais legal, né?
Cara da loja de antiguidades: - Mas a branca é mais barata!
Nicole: - Ok, quando custa a branca?
Cara da loja de antiguidades: - Por essa eu tô pedindo mil reais.
Nicole: - Tá beleza, eu vou pensar então e qualquer coisa entro em contato. Obrigada!
É claro que não comprarei, né? Com dois mil reais eu compro livros, faço escovas definitivas, pago a faculdade, bebo, etc. E, de mais a mais, descobri que minha avó tem uma geladeira antiga em casa. Ela é menor e branquinha, mas é igualmente linda e ela me disse que vai me dar ela assim que eu quiser. Oba! Daí eu pinto se for o caso. :) Caso encerrado.

- Não, ainda não fui assistir o remake de A Hora do Pesadelo. Na verdade, não sei se vou ir - por mais que todos vocês tenham dito para eu ir e contar depois aqui e tals. É claro que vocês querem que eu vá, faça um fiasco e escreva um post hilário depois, não é? hahahaha Mas não sei não, hein? Vou assistir Robin Hood primeiro. :) Depois eu penso sobre o de terror.

Momento merchan:
Ok, eu sei que eu nunca tenho tempo para fazer nada, mas adoro me envolver em mais coisas e projetos - é algo mais forte do que eu. E são dois, dessa vez.
Um deles, vocês mal podem esperar para conferir, é a Revista No Divã. É uma revista digital feminina muuuuuito bacana, e eu estarei por lá. Mas ainda não está no ar, hehe, portanto, sigam o Twitter e fiquem na expectativa! www.twitter.com/revistanodiva. :D
O outro projeto é mais um blog, o Oh Djisus, que é feito em parceria com alguns colegas de trabalho meus. Ele mostra os bastidores nada normais de uma agência de marketing digital - que é onde eu trabalho, hahaha. :) É bem engraçadinho. Acessem ele clicando aqui.

E era isso, gente querida! Até apróxima!

11 de jan. de 2010

up - alta aventuras

Eu nunca assisti A Era do gelo, nem Alvin e os Esquilos, nem Wall-E. Essa é a hora que vocês dizem "Sério? OMG, QUEM É VOCÊ?" e me jogam pedregulhos. Tá, falando sério agora (ou não).

Eu estava na locadora ali na quinta-feira, antes do feriado de Ano Novo. Eu não fui para a praia e já previa dias monótonos no feriado - o que explica a ida à locadora. Chegando lá, logo dei de cara com o Curioso Caso de Benjamin Button, que tirei depressa da prateleira, em uma vibe meio nintendo sixty-FOOOOOUR - afinal, eu queria muito ver aquele filme. Daí fui passeando pela locadora, indecisa. Eu precisava de mais filmes, muito mais. Me deparei então com Up - Altas Aventuras. Peguei a caixinha do DVD e fiquei olhando para ela, enquanto na minha cabeça tocava "Não sei se vou ou se fico, não sei se fico ou se vou...". Eu fico meio assim com animações depois que assisti Ratatouille, que é insuperável. Então, eis que surge no meu lado um cara, que disse, com os olhos brilhantes: "Bah, é muito bom esse filme. Até eu gostei!". O que me levou a algumas reflexões que não vem ao caso, do estilo "Será que ele é exigente com filmes?" - é, eu disse que não vinham ao caso. Então resolvi ouvir a dica do desconhecido de olhos brilhantes e acabei levando o desenho também, além de Noivas em Guerra, que foi bem decepcionante.

E o desenho? Gente. AMEEEEEEEEI!


Talvez eu estivesse em um final de semana emotivo, não sei, mas chorei em diversas partes do filme. Ele tem uma musiquinha fofa, cenas engraçadinhas e também cenas comoventes.

A história gira em torno de um vovozinho vendedor de balões que embarca em uma aventura para realizar o sonho de sua falecida esposa. Ele amarra uma porção de balões na casinha dele e voa com ela até a América do Sul. É claro que ele não vai sozinho nessa empreitada: antes de ir ele conhece o gordinho, otimista e adorável escoteiro Russel (caí de amores por ele!) que precisa uma medalhinha por auxiliar idosos e resolve ir junto.

Durante a aventura, eles se deparam com outros personagens, inclusive um aventureiro das antigas. É claro que o principal é a história do vovozinho mas, cara, eu super me apaixonei por aquela ave, Kevin, e os cães falantes. As cenas deles são as melhores que existem! E as cenas do cachorrinho Dug falando "Por favor, seja o meu prisioneiro!" e "Eu me escondi debaixo da varanda porque amo você" são demais! ;D

Abaixo, compartilho com vocês, caros leitores, a parte mais fofa e triste do filme, que eu assisti umas, sei lá, 2470 vezes. Veja aqui com melhor resolução.


E qual a conclusão de toda essa lenga-lenga? Óbvio, cara! O desconhecido-de-olhos-brilhantes-da-locadora sabe de fuckin’ tudo quando o assunto é cinema! Tomara que eu encontre ele mais vezes, hahaha.

- Para terminar. Mais uma vez os anúncios Google deste blog estão rendendo espanto e diversão. Procurando por algum chat namoro ou pela sua cara metade? Informações sobre festas de 15 anos? No blog da Nicole tem link! É, virou um sopão misto, pelo jeito. hehehe.

14 de set. de 2009

sobre os boicotadores das forminhas de gelo e Austrália

Sobre os boicotadores das forminhas de gelo
Eu dou um cartão vermelho para todas as pessoas que não colocam água na forminha de gelo. Não existe coisa mais frustante do que abrir o congelador, com aquele copo de refri quente na mãe, e se deparar com as forminhas vazias. E, fala sério, o processo de fazer gelo é tão fácil! Oras, cartão vermelho neles!

(Pautinha pro TDB)
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Austrália

Aluguei esses dias o filme Austrália. O motivo mais forte que me fez decidir por levar esse filme, e não Orgulho e Preconceito e o maravilhoso Mister Darcy, por exemplo, foi a possibilidade de ver o Hugh Jackman com o dorso nu e em viris trajes de cawboy. Mas qual não foi a minha grande surpresa quando percebi que o filme é bom pra caramba! Quer dizer, ele tem mais de duas horas, mas você nem percebe! Minha querida xará, Nicole Kidman, está ótima como uma mulher determinada e estalando o chicote de um lado pro outro, defendendo suas terras. E o Hugh Jackman, nossa, nem preciso dizer que ele está lindíssimo! Na parte do baile, gurias... O que é aquilo? Sério, eu casava. Ele parece ser um vaqueiro bruto, mas a gente sabe que no fundo ele tem um grande coração e é cheio de amor pra dar. E saindo do assunto "Hugh Jackman gostoso" e voltando ao filme... A história envolve também uma criança, um menininho lindo que canta suuper bem. Uma voz de anjinho. E eu adoro filmes que envolvem crianças, ainda mais se os adultos se separam delas por algum motivo e depois se reencontram no final. Eu sempre choro nesses reencontros, e nesse filme não foi diferente. Assistam -mas recomendo lenços: afinal, não derramar algumas lágrimas ou babar pelo Jackman é quase impossível. Ficadica.