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9 de out. de 2013

semana 8: os melhores filmes infantis que já assisti foram


Oláaaaaaa, cheguei com mais um post do Desafio das 52 semanas! Olha, só com esse desafio pra eu vir postar aqui no blog, hein? As coisas andam uma loucuuuura – e em breve vou ter muito pra contar aqui. Como por exemplo o concurso de culinária que participei. É, amigos! E não apenas participei, como fui finalista! Em breve falo mais sobre isso. Também quero falar sobre o projeto #fiquemagranicole, que tem dado muito certo – e me deixado muito feliz. Mas isso vai ficar para a próxima oportunidade. Hoje vou falar sobre os melhores filmes infantis que já assisti. Vamos lá!



- Up Altas Aventuras. Às vezes me pego assobiando a música do início, que mostra a vida de casado do protagonista. Uma verdadeira história de amor em poucos minutos, mais bonita, doce e sincera que muitos romances que já vi e li por aí. Isso sem falar no restante do filme; um escoteiro gordinho, cães felizes e falantes, balões coloridos e uma casa que voa. Uma combinação que me conquistou muito.


- Ratatouille. Um ratinho metido à cozinheiro, apaixonado pela França. Um dos meus favoritos. Cheio de frases lindas, pensamentos e aquela busca incessante pelos sonhos. Uma das coisas que eu mais gosto no mundo dos desenhos animados é que tudo acaba sendo possível.


- Valente. Foi uma grande surpresa o tal de Brave. Fui assistir no cinema, sem muitas expectativas, e acabei saindo completamente apaixonada. Estava faltando mesmo uma princesinha ruiva e meio rebelde. Uma graça!


- Aladdin. Chegamos a hora de falar daqueles que fizeram parte da minha infância. Aladdin é um que se eu sentar para assistir, vou saber todas as falas de cor. Um gênio, um lugar exótico, uma princesa... Adoroooooooo! A cena do tapete mágico, com aquela música "Um Mundo Ideal" sempre me fez suspirar e pensar que um dia eu também poderia ter um grande amor e sobrevoar a cidade noite adentro. HAHAHA sério. 


- A Bela e a Fera. E para completar, Disney novamente! A Bela e a Fera sempre me encantou por causa das xícaras, mesas e relógios falantes. E assistindo de novo para um trabalho da faculdade, vi coisas que eu nunca tinha percebido: a protagonista é julgada porque gosta de ler, a coisa do amor sincero, a maldade alheia... Coisas que a Nicole criança nunca tinha percebido. E isso tudo faz eu gostar cada vez mais de desenhos e coisas assim. A magia continua sempre, não importa o tempo que passe!


23 de set. de 2013

invocação do mal: o meu primeiro filme de terror


Se tem uma coisa que me deixa empolgada é ir ao cinema. Adoro todo o processo do comprar ingressos e pipoca, a expectativa de que comece logo, as luzes apagando e o barulho de refrigerantes abrindo por toda a sala... Ok, talvez sem a parte do barulho dos refrigerantes. Se eu começar a falar de coisas que me deixam irritada no cinema, esse post perderia totalmente o foco inicial dele - e ficaria enorme, já que eu sou a pessoa mais chata do universo. Vamos focar na parte de “eu amo ir ao cinema”, ok? 

Fazia tempo que eu não ia, porque a programação das cidades mais próximas estava cheia de filmes adolescentes, dublados ou nacionais – e eu prefiro ficar em casa jogando The Sims do que ter que optar por qualquer um desses. E então lançaram, em uma sexta-feira 13, um filme chamado Invocação do Mal. 

O boy Um amigo meu logo mostrou interesse em ver e eu, que nunca tinha assistido um filme de terror no cinema, decidi encarar a missão. 


 - Dois ingressos para Invocação do Mal, por favor. 

Peguei com as mãos tremendo. Comprei pipocas enormes e um copo de Coca-cola maior ainda - em caso de terror supremo eu me distrairia com a comida, oras! Nos sentamos em um lugar bem central, já que o amigo não queria perder uma parte sequer. Ele, na verdade, parecia estar com uma estranha satisfação em me ver apavorada – visto que ele é fã de filmes do gênero e já tinha assistido muitas produções aterrorizantes na telona. 

As luzes apagaram, os trailers começaram e eu já tirei um casaco de dentro da bolsa – trazido com a clássica desculpa “é muito frio dentro do cinema”, sendo que obviamente o meu objetivo era me esconder atrás dele. 

Enquanto isso, o amigo me explicava táticas para não levar sustos. Prestar atenção na música, tentar ignorar ela, entoar mantras mentais dizendo “eu sei que vai dar merda, não vou me assustar”. Só digo que ao longo do filme essas coisas não deram muito certo – nem pra mim e nem pra ele. 

Não vou falar muito sobre o filme, até porque 1) eu recomendo que vocês olhem 2) esse não é um blog com resenhas ou sinopses de cinema. Enfim, trata-se de uma história baseada em fatos reais, de um casal que nos anos 70 exorcizava, espantava bruxas, falava com espíritos, investigada casas mal assombradas e etc etc.

Me deixei envolver pela história, mas quando eu via que ia ficar com medo ou que algo meio sinistro ia acontecer, eu escondia minha cara atrás do casaco. O amigo tentava fazer com que eu olhasse, mas eu evitava. Olhava para ele, para a pipoca, para os sinais luminosos da saída de emergência.

Eu outros momentos acontecia o contrário. Eu sabia que ia acontecer alguma coisa, mas estava preparada e continuava assistindo. Nisso, o amigo tentava tapar meus olhos com as mãos, sussurrando um “não olha, vai ser feio”. Mas eu queria ver, então rolava uma mini-luta entre a gente nessas horas.  

Confesso que em algumas horas eu até esquecia que o filme era de terror, e me pegava com pensamentos de como as casas dos anos 70 eram diferentes, como as pessoas ficavam desesperadas em situações de emergência – sem celular nem nada -, e, claro, como a Vera Farmiga é elegante. Usaria cada um daqueles penteados elaborados. É, misturo pavor com ideias de  beleza. Sou dessas. 


Gosto de olhar as outras pessoas pelo cinema, e nos filmes de terror isso é bem bacana. A sala estava repleta de casais e em praticamente todos eles as mulheres estavam encolhidas e agarradas nos braços de seus boys. Cadê a nossa força e independência, mulherada? Haha. 

Então o filme acabou, as luzes acenderam. As pessoas começaram a sair do transe apavorante em que estavam, praticamente coladas nas poltronas. E eu percebi que adorei cada minuto da experiência. O medo e o suspense são coisas que fizeram eu me sentir viva! Mãos suadas, frio na espinha, reviravoltas, adrenalina, tranquilidade e tensão. Um mix de sensações em pouco menos de duas horas! 

Sou a mais nova apaixonada por terror que existe – e quando outros entrarem em cartaz, podem me avisar. Ou me pagar ingressos, já que o preço do cinema é outra daquelas coisas que me deixam irritada.

10 de mai. de 2012

ainda não vi vingadores



É com muita vergonha que eu vou confessar pra vocês: ainda não fui ver os Vingadores. Logo eu, que adoro filmes de heróis e filmes em 3D.

E engraçado é que no último domingo estava tudo combinado. Ia eu, meu irmão, meu primo e meu namorado - e meu irmão nunca tinha assistido filme 3D, cês acreditam? Domingo de tarde, trabalhos de faculdade mais ou menos encaminhados, tudo na tranquilidade. Seria perfeito pegar um filminho. Então fomos lá. E esperamos na fila da bilheteria. E... sessão lotada, tendo ingressos apenas para às 21:30 – o que eu achei um tanto quanto tarde assim, para um domingo.

Nossa reação foi soltar um alto FUCK THIS SHIT e ir para ooooutra cidade, em oooutro cinema. Chegando lá... apenas sessões dubladas. PQP! Me recuso a pagar caro pra ir ao cinema e ver filme dublado. Simplesmente me recuso!

Daí fomos comer no Burger King. E, embora eu já tivesse presenciado uma coisa lá, tornei a ficar aborrecida. Conto mais sobre isso amanhã. Sinto uma gripe chegando sem pedir licença.

CAMA, TÔ INDO. Beijo! 

23 de abr. de 2012

fui ver titanic 3D


 Desde o dia em que eu vi que sairia uma versão 3D do Titanic, já fiquei com as entranhas reviradas de tanta ansiedade. Esse filme é um dos tops da minha lista de “filmes que eu sempre vou parar para assistir se por acaso estiver passando na televisão”. Nessa lista ainda entra o Casa Comigo, De repente 30 e qualquer um dos Harry Potter ou Senhor dos Aneis. Mas Titanic é quase imbatível. 

Foi um dos primeiros filmes de verdade (que não era desenho animado e tal) que eu fui assistir no cinema. Eu tinha o que, uns 7, 8 anos, e fui com a escola. Lembro que depois, em sala de aula, tivemos que fazer um desenho sobre o filme. Eu, é claro, desenhei Jack e Rose de braços abertos na ponta do navio (enquanto meus coleguinhas fizeram desenhos óbvios e sem sentimento das fornalhas ou do tamanho do convés). Fiquei apaixonada por esse história de romance proibido, de ir contra as ideias dos outros, de fugir pelo navio em pleno naufrágio – e morrer congelado de puro amor. 


Então, no mesmo final de semana que estreou o filme, convoquei uma amiga e meu namorado para ver qual seria a vibe do iceberg em 3D. Mas no fundo no fundo, vou confessar aqui pra vocês, eu queria mesmo é assistir o filme de novo em telão, com ou sem efeitos visuais diferentes. 

Chegamos lá no cinema com uma hora de antecedência e a fila já estava enorme. Detalhe que era um domingo de noite. Quem sai de casa num domingo de noite para assistir um filme que tem 15 anos de idade? Resposta: eu e mais toda a galera que lotou – repito, lotou – a sala de cinema. 

Então o filme começou e tenho que dizer: no início eu fiquei prestando atenção para ver se os efeitos 3D eram mesmo espetaculares – já que por trás de tudo isso tinha o James Camerom, responsável também pelo Avatar. Achei que estava tudo muito lindo. É claro que eles tiveram algumas limitações, né. O filme é antigo, coisa e tal... Mas eu achei que funcionou. 

Eu estava ali, mega observadora. Mas então foi só o Bill Paxton dizer “está pronta para voltar ao Titanic?” para aquela velhinha que... sei lá, foi mágico. Eu estava assistindo, de novo, um dos meus filmes favoritos. Embarcando naquele navio com cheiro de tinta fresca e louças nunca usadas, com elegantes jantares e todo aquele mundo de fofocas envolvendo os ricos. Eu poderia tirar o óculos 3D que meu encantamento não teria diminuído. Chorei nas mesmas partes de sempre – Jack indo para o fundo do oceano congelado é de uma tristeza sem tamanho – e fiquei tensa exatamente como em todas as vezes que assisti. Tudo lindo!

I LOVE TITANICCCCCCCC!!!!!!!1!11!11one!!!!!!

Respira. Respira.

Ok, estou pensando seriamente em ir de novo. Alguma parceria?

23 de jul. de 2011

10 dias 10 posts - 6: filmes dublados

Eu sou totalmente livre de preconceitos quando o assunto é cor, credo ou opção sexual. Acho que cada um decide o que é melhor para si e ninguém tem nada a ver com isso. Porém, eu sou absurdamente intolerante com coisas extremamente bobas. Algumas eu já falei por aqui. Gente que é ogra no ônibus, pessoas que preferem pipoca doce no cinema, pessoas que usam sapatinhos de borracha, e por aí vai. Mas outro desgosto na minha vidinha pacata são pessoas que gostam de assistir filme dublado.

Não digo pessoas que assistem filmes dublados porque não tem outra opção: os filmes que passam nos canais de televisão abertos, por exemplo. Tô falando daquelas pessoas que vão até a locadora, pegam um filmezinho em DVD (ou bluray, que é mais moderno e phyno) e selecionam a opção “dublado”. Ou aquelas que vão ao cinema assistir filmes dublados, porque gostam de ver efeitos especiais e as legendas “atrapalham”.

É, existem pessoas que fazem isso. Li nessa matéria aqui. 56% dos brasileiros preferem filmes dublados. Mais da metade. Quero saber por onde andam esses 56% aí. No meu círculo mais próximo, são pouquíssimos que apreciam filmes assim. Tipo, umas duas pessoas entre 200. Mas, como meu amigo disse, as pessoas não gostam de pensar. Então, nada melhor do que um filmezinho falado em sua própria língua, né não? NOT.

E, sério, filmes dublados são pooooodres, pelamooorrr de deeeeeus! Os caras que dublam acham que brasileiro não pode escutar palavrão (quando, por ironia, os filmes que são daqui são recheados de expressões de baixo calão), daí um “fuck you, motherfucker” acaba se tornando “vá se danar, seu idiota”. E um “fuck!” vira “droga!”. Porra, gente, pra que isso? Sem falar que muitas piadas e ironias se perdem quando traduzidas.

Outra coisa que eu não entendo é por que os nomes dos filmes são traduzidos de maneira diferente também. Tipo The Godfather. ONDE é que godfather é O Poderoso Chefão? Hahahahaha! Season of the Witch acabou virando Caça às bruxas. E por aí vai.

E porque a plataforma 9 ¾ do Harry Potter acabou virando 9 ½ nos livros em português?

Ok, isso fica para outro post.

E hoje é a comemoração do meu niver. Vem gente! E até a próxima!

19 de jul. de 2011

10 dias 10 posts – 2: harry potter

Eu costumo dividir pessoas em grupos. As legais e as que pedem pipoca doce no cinema. As interessantes e as que escutam funk no celular (com ou sem fone de ouvido). As inteligentes e as que escrevem “viajem” quando é substantivo. E julgo as pessoas que nunca leram/nunca viram os filmes do Harry Potter.

Não que essas pessoas sejam menos legais/inteligentes/interessantes. Só que eu acho que elas seriam hoje em dia pessoas melhores se tivessem tido um pouco de magia nas suas vidas. Se soubessem os perigos de um saco de Feijãozinho de Todos os Sabores. Se tivessem esperado, aos 11 anos, receber uma carta trazida por uma coruja. Se imaginassem o sabor de uma cerveja amanteigada. Se ao menos soubessem o que é Gringotes, um Diabrete da Cornualha, uma horcrux, qual é o feitiço para levitar ou como se combate um bicho-papão.

Muito mais do que uma porção de livros sobre bruxos, Harry Potter ensina. Ensina a ter imaginação. Ensina sobre lealdade. Ensina que as coisas são sim possíveis, mesmo quando tudo aponta para o outro lado.

E tem quem ache tosco. Você que não gosta de Harry Potter me perdoe, mas abra o G1 e veja isso: “Novo 'Harry Potter' atrai 1,5 milhão de espectadores no Brasil”. É, 1,5 milhão. E fique sabendo mais: eu estou dentro desse montão de gente aí. SIM, caro leitor. Eu fui ontem ao cinema para ver o último filme da saga do bruxo que marcou a minha infância e que cresceu comigo. Yeyyyyy! =))))))

E digo mais. Eu chorei assistindo. Admito, confesso, sem vergonha nenhuma. Assim como uma mina que chorou muito alto (ok, alto DEMAIS) quando os mortos apareceram depois da batalha de Hogwarts, eu chorei. Silenciosa, quietinha, na minha, mas deixei as lágrimas descerem. E dei risada também, e fiquei nervosa, e suspirei, e torci. Mesmo sabendo a história do início ao fim, de cor e salteado.

Fiquei uma hora parada na fila, paguei 18 reais por um ingresso, sentei numa sala de cinema lotada e com um monte de gente fazendo barulho com pacotes de comida. Mas, por incrível que pareça, faria tudo de novo.

“É claro que isso é na sua cabeça Harry, mas isso não significa que não seja real.” (Alvo Dumbledore, mestrezão)

9 de mai. de 2010

o terror está de volta

Nunca fui uma pessoa fã de filmes de terror. Quer dizer, quando eu era adolescente (senhora velha falando), até assistia. Mas era aquela coisa: um bando de amigos, uma bacia de pipoca com Sazon (tri bom!), brigadeiro de panela e muitas risadas. O terror costumava virar piada. Mas nem sempre - afinal, a pessoa que mais se assusta no mundo tem nome e sobrenome: Nicole Dias.
Lembro bem do dia em que assisti O Chamado 2. Na primeira cena em que a Samara sai da banheira, toda trabalhada no cabelo ruim e na cara assustadora, dei um grito tão hardcore que assustei os outros com o meu susto. Na mesma hora, tirei o filme e não assisti mais. Fui covarde, confesso. E, como se fosse carma, ano passado fui no Museu de Cera em Londres e fui aterrorizada por uma pessoa vestida de Samara, que me perseguiu pelos corredores escuros da parte de terror que tem lá. Quase me ajoelhei e supliquei clemência - se eu conseguisse parar de gritar coisas do estilo "ai ai aii, é ela, É ELA, ela vai me pegar!". Deus, que vergonha.

Acho que meu maior problema com os filmes de terror é que eu me impressiono fácil. Eu não consigo olhar o filme de terror e pensar "é só um filme!". Eu fico com medo depois. De ficar sozinha na sala, de entrar no quarto, no banheiro. Medo de dormir... Seja que filme for. Fico com medo de espíritos, de palhaços, de forças ocultas, alienígenas, crianças macabras, pessoas com máscaras, sombras...

Depois de assistir Premonição, por exemplo, fiquei com medo de andar dentro de casa. Tudo era motivo para eu pensar que a ladina da Dona Morte poderia estar fazendo artimanhas para me pegar. Tipo, eu sairia do box, escorregaria em uma poça dágua, bateria a cabeça na privada e, bem, morreria né. E olha que eu nem havia tipo uma premonição nem nada.

Ok, eu não tenho medo do Jason, de Sexta-feira 13. Afinal, não adianta a velocidade que você corre ou o esconderijo que você arruma: Jason sempre alcança você - e mata você. Simples assim. Além do mais, é pouco provável que um cara com uma serra elétrica invada meu apartamento. I hope.

Porém, tenho muito, muito medo do Freddy Krueger, muito mais do que tenho da Samara. Na minha opinião, A Hora do Pesadelo é o filme mais apavorante que existe! Cara, o Freddy Krueger aparece no sonho das pessoas e elas, indefesas e tal, não conseguem acordar! E eu fico aflitíssima, porque a pessoa que lutar com isso. Ela tem medo, mas está cansada e quer dormir - porém, se dormir, ele vai aparecer. E ele tem aquelas garras, aquela roupa, aquela cara queimada... Passei noites em claro por causa do Freddy e da perspectiva de encontrá-lo nos meus sonhos e acordar morta (?) ou algo do estilo.

Me lembrei de todos esses papos de filmes de terror porque fui ao cinema sexta-feira, assistir o Homem de Ferro 2 (minha opinião fica para outro post!!) com um colega meu e, na fila da bilheteria, me deparei com um cartaz do Freddy, em tamanho real. Pavoroso, cara. É um remake da Hora do Pesadelo!

E agora eu estou com um debate interno. Algo me diz que devo ir assistir o filme, enfrentar esse medo que tenho e superá-lo - quase uma terapia. Porém, há a possibilidade de eu ir e ficar com muito mais medo ainda e, sei lá, me traumatizar.

E agora. Assisto o filme ou não?

11 de jan. de 2010

up - alta aventuras

Eu nunca assisti A Era do gelo, nem Alvin e os Esquilos, nem Wall-E. Essa é a hora que vocês dizem "Sério? OMG, QUEM É VOCÊ?" e me jogam pedregulhos. Tá, falando sério agora (ou não).

Eu estava na locadora ali na quinta-feira, antes do feriado de Ano Novo. Eu não fui para a praia e já previa dias monótonos no feriado - o que explica a ida à locadora. Chegando lá, logo dei de cara com o Curioso Caso de Benjamin Button, que tirei depressa da prateleira, em uma vibe meio nintendo sixty-FOOOOOUR - afinal, eu queria muito ver aquele filme. Daí fui passeando pela locadora, indecisa. Eu precisava de mais filmes, muito mais. Me deparei então com Up - Altas Aventuras. Peguei a caixinha do DVD e fiquei olhando para ela, enquanto na minha cabeça tocava "Não sei se vou ou se fico, não sei se fico ou se vou...". Eu fico meio assim com animações depois que assisti Ratatouille, que é insuperável. Então, eis que surge no meu lado um cara, que disse, com os olhos brilhantes: "Bah, é muito bom esse filme. Até eu gostei!". O que me levou a algumas reflexões que não vem ao caso, do estilo "Será que ele é exigente com filmes?" - é, eu disse que não vinham ao caso. Então resolvi ouvir a dica do desconhecido de olhos brilhantes e acabei levando o desenho também, além de Noivas em Guerra, que foi bem decepcionante.

E o desenho? Gente. AMEEEEEEEEI!


Talvez eu estivesse em um final de semana emotivo, não sei, mas chorei em diversas partes do filme. Ele tem uma musiquinha fofa, cenas engraçadinhas e também cenas comoventes.

A história gira em torno de um vovozinho vendedor de balões que embarca em uma aventura para realizar o sonho de sua falecida esposa. Ele amarra uma porção de balões na casinha dele e voa com ela até a América do Sul. É claro que ele não vai sozinho nessa empreitada: antes de ir ele conhece o gordinho, otimista e adorável escoteiro Russel (caí de amores por ele!) que precisa uma medalhinha por auxiliar idosos e resolve ir junto.

Durante a aventura, eles se deparam com outros personagens, inclusive um aventureiro das antigas. É claro que o principal é a história do vovozinho mas, cara, eu super me apaixonei por aquela ave, Kevin, e os cães falantes. As cenas deles são as melhores que existem! E as cenas do cachorrinho Dug falando "Por favor, seja o meu prisioneiro!" e "Eu me escondi debaixo da varanda porque amo você" são demais! ;D

Abaixo, compartilho com vocês, caros leitores, a parte mais fofa e triste do filme, que eu assisti umas, sei lá, 2470 vezes. Veja aqui com melhor resolução.


E qual a conclusão de toda essa lenga-lenga? Óbvio, cara! O desconhecido-de-olhos-brilhantes-da-locadora sabe de fuckin’ tudo quando o assunto é cinema! Tomara que eu encontre ele mais vezes, hahaha.

- Para terminar. Mais uma vez os anúncios Google deste blog estão rendendo espanto e diversão. Procurando por algum chat namoro ou pela sua cara metade? Informações sobre festas de 15 anos? No blog da Nicole tem link! É, virou um sopão misto, pelo jeito. hehehe.

6 de dez. de 2009

sobre gêmeas e lobisomens

Eu sou daquele tipo de pessoa que não gostaria de ter uma irmã gêmea. Sou individualista. Até aceito ter um irmão e dividir o mesmo quarto, a mesma casa, os mesmos parentes. Mas ter uma menina com o mesmo rosto que eu? O mesmo cabelo? Igualzinha? Não daria certo. Odiaria quando me chamassem pelo nome dela, ou chamassem ela de Nicole. É claro que eu teria que aceitar ela, e até passaríamos bons momentos juntas - usararíamos as mesmas roupas, calçados, maquiagens. Sabe? Pensando melhor agora, eu poderia me unir a ela e poderíamos fazer diversas confusões do barulho, vestindo roupas iguais e enganando todos. Quase como no filme Operação Cupido. Seria interessante... Até a hora em que a intrusa copiona imitasse o meu corte de cabelo ou coisa que o valha. É, eu definitivamente não gostaria de ter uma irmã gêmea.

..................

Fui hoje, finalmente, assistir o Lua Nova. Conforme combinado muuito anteriormente, encontrei minhas amigas Decka e Mari Fusca Azul - que são chiquérrimas e passaram as férias na Inglaterra -e rumamos à São Leopoldo (é claro que Estância Velha não tem cinema, né?) para ver o filme. Na verdade, fomos bem cedo - precisávamos garantir o ingresso, oras! Daí resolvemos comer sorvete. Na praça de alimentação, um excelente diálogo com a atendente do Habbibs.
Mari: - Oi. Quando custa a taça Habbibs?
Atendente do Habbibs: - R$8,90.
Mari: - Hm. Me vê uma casquinha.
Mas o que realmente importa são minhas ponderações a respeito do segunda filme da saga Crepúsculo. Minha principal ponderação é: gente, o que é aquele Jacob? Eu sempre caí de amores pelo Edward, por aquele romantismo e devoção dele. E, nos livros, sempre tive uma relutância em aceitar o Jacob e aquela coisa de lobo dele. Porém agora, caros leitores, as coisas mudaram. Agora eu amo o Jacob. O Jacob é sarado, moreno, quente, carinhoso, engraçado. Na cena em que ele tira a camiseta, não pude evitar dar um gritinho.
Aliás, para o meu deleite, depois que ele passa para a gang do Sam e corta o cabelo, não faltaram cenas do Jake desnudo. Mesmo os outros usando casacos, a chuva caindo e tudo mais, lá estava ele, de bermudão e tênis, todos aqueles músculos devidamente malhados no lugar.
Depois disso, quando apareceu o Edward purpurinado em Volterra, me bateu um baixo-astral. O Edward é magricelo, branquelo, tem os mamilos disformes e uma "penugem" estranha no peito. Virei Team Jacob, agora.
Outra coisa que deve ser dita é a respeito dos Volturi. Minha nossa, eu amei eles! Principalmente o Aro. Se ele fosse uma pessoa real, e não um vampiro fictício e sanguinário, tenho certeza de que seríamos bons amigos. Nunca vi alguém tão animado, mesmo que de uma maneira estranha e sádica, como ele.
E sobre a Bella... Bem, ela continua ela mesma, sem sal, com aqueles dois dentes e aquela cara de atriz pornô dela, seduzindo geral. Mas quem liga?

Ok, gente boa. Vou parar por aqui, senão me empolgo e acabo escrevendo o final do filme. Como se isso fosse novidade para algupem, não é?