9 de out. de 2013
semana 8: os melhores filmes infantis que já assisti foram
23 de set. de 2013
invocação do mal: o meu primeiro filme de terror
10 de mai. de 2012
ainda não vi vingadores
É com muita vergonha que eu vou confessar pra vocês: ainda não fui ver os Vingadores. Logo eu, que adoro filmes de heróis e filmes em 3D.
23 de abr. de 2012
fui ver titanic 3D
23 de jul. de 2011
10 dias 10 posts - 6: filmes dublados
Eu sou totalmente livre de preconceitos quando o assunto é cor, credo ou opção sexual. Acho que cada um decide o que é melhor para si e ninguém tem nada a ver com isso. Porém, eu sou absurdamente intolerante com coisas extremamente bobas. Algumas eu já falei por aqui. Gente que é ogra no ônibus, pessoas que preferem pipoca doce no cinema, pessoas que usam sapatinhos de borracha, e por aí vai. Mas outro desgosto na minha vidinha pacata são pessoas que gostam de assistir filme dublado.
Não digo pessoas que assistem filmes dublados porque não tem outra opção: os filmes que passam nos canais de televisão abertos, por exemplo. Tô falando daquelas pessoas que vão até a locadora, pegam um filmezinho em DVD (ou bluray, que é mais moderno e phyno) e selecionam a opção “dublado”. Ou aquelas que vão ao cinema assistir filmes dublados, porque gostam de ver efeitos especiais e as legendas “atrapalham”.
É, existem pessoas que fazem isso. Li nessa matéria aqui. 56% dos brasileiros preferem filmes dublados. Mais da metade. Quero saber por onde andam esses 56% aí. No meu círculo mais próximo, são pouquíssimos que apreciam filmes assim. Tipo, umas duas pessoas entre 200. Mas, como meu amigo disse, as pessoas não gostam de pensar. Então, nada melhor do que um filmezinho falado em sua própria língua, né não? NOT.
E, sério, filmes dublados são pooooodres, pelamooorrr de deeeeeus! Os caras que dublam acham que brasileiro não pode escutar palavrão (quando, por ironia, os filmes que são daqui são recheados de expressões de baixo calão), daí um “fuck you, motherfucker” acaba se tornando “vá se danar, seu idiota”. E um “fuck!” vira “droga!”. Porra, gente, pra que isso? Sem falar que muitas piadas e ironias se perdem quando traduzidas.
Outra coisa que eu não entendo é por que os nomes dos filmes são traduzidos de maneira diferente também. Tipo The Godfather. ONDE é que godfather é O Poderoso Chefão? Hahahahaha! Season of the Witch acabou virando Caça às bruxas. E por aí vai.
E porque a plataforma 9 ¾ do Harry Potter acabou virando 9 ½ nos livros em português?
Ok, isso fica para outro post.
E hoje é a comemoração do meu niver. Vem gente! E até a próxima!
19 de jul. de 2011
10 dias 10 posts – 2: harry potter
Eu costumo dividir pessoas em grupos. As legais e as que pedem pipoca doce no cinema. As interessantes e as que escutam funk no celular (com ou sem fone de ouvido). As inteligentes e as que escrevem “viajem” quando é substantivo. E julgo as pessoas que nunca leram/nunca viram os filmes do Harry Potter.
Não que essas pessoas sejam menos legais/inteligentes/interessantes. Só que eu acho que elas seriam hoje em dia pessoas melhores se tivessem tido um pouco de magia nas suas vidas. Se soubessem os perigos de um saco de Feijãozinho de Todos os Sabores. Se tivessem esperado, aos 11 anos, receber uma carta trazida por uma coruja. Se imaginassem o sabor de uma cerveja amanteigada. Se ao menos soubessem o que é Gringotes, um Diabrete da Cornualha, uma horcrux, qual é o feitiço para levitar ou como se combate um bicho-papão.
Muito mais do que uma porção de livros sobre bruxos, Harry Potter ensina. Ensina a ter imaginação. Ensina sobre lealdade. Ensina que as coisas são sim possíveis, mesmo quando tudo aponta para o outro lado.
E tem quem ache tosco. Você que não gosta de Harry Potter me perdoe, mas abra o G1 e veja isso: “Novo 'Harry Potter' atrai 1,5 milhão de espectadores no Brasil”. É, 1,5 milhão. E fique sabendo mais: eu estou dentro desse montão de gente aí. SIM, caro leitor. Eu fui ontem ao cinema para ver o último filme da saga do bruxo que marcou a minha infância e que cresceu comigo. Yeyyyyy! =))))))
E digo mais. Eu chorei assistindo. Admito, confesso, sem vergonha nenhuma. Assim como uma mina que chorou muito alto (ok, alto DEMAIS) quando os mortos apareceram depois da batalha de Hogwarts, eu chorei. Silenciosa, quietinha, na minha, mas deixei as lágrimas descerem. E dei risada também, e fiquei nervosa, e suspirei, e torci. Mesmo sabendo a história do início ao fim, de cor e salteado.
Fiquei uma hora parada na fila, paguei 18 reais por um ingresso, sentei numa sala de cinema lotada e com um monte de gente fazendo barulho com pacotes de comida. Mas, por incrível que pareça, faria tudo de novo.
“É claro que isso é na sua cabeça Harry, mas isso não significa que não seja real.” (Alvo Dumbledore, mestrezão)
9 de mai. de 2010
o terror está de volta
Lembro bem do dia em que assisti O Chamado 2. Na primeira cena em que a Samara sai da banheira, toda trabalhada no cabelo ruim e na cara assustadora, dei um grito tão hardcore que assustei os outros com o meu susto. Na mesma hora, tirei o filme e não assisti mais. Fui covarde, confesso. E, como se fosse carma, ano passado fui no Museu de Cera em Londres e fui aterrorizada por uma pessoa vestida de Samara, que me perseguiu pelos corredores escuros da parte de terror que tem lá. Quase me ajoelhei e supliquei clemência - se eu conseguisse parar de gritar coisas do estilo "ai ai aii, é ela, É ELA, ela vai me pegar!". Deus, que vergonha.
Acho que meu maior problema com os filmes de terror é que eu me impressiono fácil. Eu não consigo olhar o filme de terror e pensar "é só um filme!". Eu fico com medo depois. De ficar sozinha na sala, de entrar no quarto, no banheiro. Medo de dormir... Seja que filme for. Fico com medo de espíritos, de palhaços, de forças ocultas, alienígenas, crianças macabras, pessoas com máscaras, sombras...
Depois de assistir Premonição, por exemplo, fiquei com medo de andar dentro de casa. Tudo era motivo para eu pensar que a ladina da Dona Morte poderia estar fazendo artimanhas para me pegar. Tipo, eu sairia do box, escorregaria em uma poça dágua, bateria a cabeça na privada e, bem, morreria né. E olha que eu nem havia tipo uma premonição nem nada.
Ok, eu não tenho medo do Jason, de Sexta-feira 13. Afinal, não adianta a velocidade que você corre ou o esconderijo que você arruma: Jason sempre alcança você - e mata você. Simples assim. Além do mais, é pouco provável que um cara com uma serra elétrica invada meu apartamento. I hope.
Porém, tenho muito, muito medo do Freddy Krueger, muito mais do que tenho da Samara. Na minha opinião, A Hora do Pesadelo é o filme mais apavorante que existe! Cara, o Freddy Krueger aparece no sonho das pessoas e elas, indefesas e tal, não conseguem acordar! E eu fico aflitíssima, porque a pessoa que lutar com isso. Ela tem medo, mas está cansada e quer dormir - porém, se dormir, ele vai aparecer. E ele tem aquelas garras, aquela roupa, aquela cara queimada... Passei noites em claro por causa do Freddy e da perspectiva de encontrá-lo nos meus sonhos e acordar morta (?) ou algo do estilo.
Me lembrei de todos esses papos de filmes de terror porque fui ao cinema sexta-feira, assistir o Homem de Ferro 2 (minha opinião fica para outro post!!) com um colega meu e, na fila da bilheteria, me deparei com um cartaz do Freddy, em tamanho real. Pavoroso, cara. É um remake da Hora do Pesadelo!
E agora eu estou com um debate interno. Algo me diz que devo ir assistir o filme, enfrentar esse medo que tenho e superá-lo - quase uma terapia. Porém, há a possibilidade de eu ir e ficar com muito mais medo ainda e, sei lá, me traumatizar.
E agora. Assisto o filme ou não?
11 de jan. de 2010
up - alta aventuras
Eu nunca assisti A Era do gelo, nem Alvin e os Esquilos, nem Wall-E. Essa é a hora que vocês dizem "Sério? OMG, QUEM É VOCÊ?" e me jogam pedregulhos. Tá, falando sério agora (ou não).Eu estava na locadora ali na quinta-feira, antes do feriado de Ano Novo. Eu não fui para a praia e já previa dias monótonos no feriado - o que explica a ida à locadora. Chegando lá, logo dei de cara com o Curioso Caso de Benjamin Button, que tirei depressa da prateleira, em uma vibe meio nintendo sixty-FOOOOOUR - afinal, eu queria muito ver aquele filme. Daí fui passeando pela locadora, indecisa. Eu precisava de mais filmes, muito mais. Me deparei então com Up - Altas Aventuras. Peguei a caixinha do DVD e fiquei olhando para ela, enquanto na minha cabeça tocava "Não sei se vou ou se fico, não sei se fico ou se vou...". Eu fico meio assim com animações depois que assisti Ratatouille, que é insuperável. Então, eis que surge no meu lado um cara, que disse, com os olhos brilhantes: "Bah, é muito bom esse filme. Até eu gostei!". O que me levou a algumas reflexões que não vem ao caso, do estilo "Será que ele é exigente com filmes?" - é, eu disse que não vinham ao caso. Então resolvi ouvir a dica do desconhecido de olhos brilhantes e acabei levando o desenho também, além de Noivas em Guerra, que foi bem decepcionante.

Talvez eu estivesse em um final de semana emotivo, não sei, mas chorei em diversas partes do filme. Ele tem uma musiquinha fofa, cenas engraçadinhas e também cenas comoventes.
A história gira em torno de um vovozinho vendedor de balões que embarca em uma aventura para realizar o sonho de sua falecida esposa. Ele amarra uma porção de balões na casinha dele e voa com ela até a América do Sul. É claro que ele não vai sozinho nessa empreitada: antes de ir ele conhece o gordinho, otimista e adorável escoteiro Russel (caí de amores por ele!) que precisa uma medalhinha por auxiliar idosos e resolve ir junto.
Durante a aventura, eles se deparam com outros personagens, inclusive um aventureiro das antigas. É claro que o principal é a história do vovozinho mas, cara, eu super me apaixonei por aquela ave, Kevin, e os cães falantes. As cenas deles são as melhores que existem! E as cenas do cachorrinho Dug falando "Por favor, seja o meu prisioneiro!" e "Eu me escondi debaixo da varanda porque amo você" são demais! ;DAbaixo, compartilho com vocês, caros leitores, a parte mais fofa e triste do filme, que eu assisti umas, sei lá, 2470 vezes. Veja aqui com melhor resolução.
E qual a conclusão de toda essa lenga-lenga? Óbvio, cara! O desconhecido-de-olhos-brilhantes-da-locadora sabe de fuckin’ tudo quando o assunto é cinema! Tomara que eu encontre ele mais vezes, hahaha.
- Para terminar. Mais uma vez os anúncios Google deste blog estão rendendo espanto e diversão. Procurando por algum chat namoro ou pela sua cara metade? Informações sobre festas de 15 anos? No blog da Nicole tem link! É, virou um sopão misto, pelo jeito. hehehe.
6 de dez. de 2009
sobre gêmeas e lobisomens
..................
Fui hoje, finalmente, assistir o Lua Nova. Conforme combinado muuito anteriormente, encontrei minhas amigas Decka e Mari Fusca Azul - que são chiquérrimas e passaram as férias na Inglaterra -e rumamos à São Leopoldo (é claro que Estância Velha não tem cinema, né?) para ver o filme. Na verdade, fomos bem cedo - precisávamos garantir o ingresso, oras! Daí resolvemos comer sorvete. Na praça de alimentação, um excelente diálogo com a atendente do Habbibs.
Mari: - Oi. Quando custa a taça Habbibs?
Atendente do Habbibs: - R$8,90.
Mari: - Hm. Me vê uma casquinha.
Mas o que realmente importa são minhas ponderações a respeito do segunda filme da saga Crepúsculo. Minha principal ponderação é: gente, o que é aquele Jacob? Eu sempre caí de amores pelo Edward, por aquele romantismo e devoção dele. E, nos livros, sempre tive uma relutância em aceitar o Jacob e aquela coisa de lobo dele. Porém agora, caros leitores, as coisas mudaram. Agora eu amo o Jacob. O Jacob é sarado, moreno, quente, carinhoso, engraçado. Na cena em que ele tira a camiseta, não pude evitar dar um gritinho.
Aliás, para o meu deleite, depois que ele passa para a gang do Sam e corta o cabelo, não faltaram cenas do Jake desnudo. Mesmo os outros usando casacos, a chuva caindo e tudo mais, lá estava ele, de bermudão e tênis, todos aqueles músculos devidamente malhados no lugar.
Depois disso, quando apareceu o Edward purpurinado em Volterra, me bateu um baixo-astral. O Edward é magricelo, branquelo, tem os mamilos disformes e uma "penugem" estranha no peito. Virei Team Jacob, agora.
Outra coisa que deve ser dita é a respeito dos Volturi. Minha nossa, eu amei eles! Principalmente o Aro. Se ele fosse uma pessoa real, e não um vampiro fictício e sanguinário, tenho certeza de que seríamos bons amigos. Nunca vi alguém tão animado, mesmo que de uma maneira estranha e sádica, como ele.
E sobre a Bella... Bem, ela continua ela mesma, sem sal, com aqueles dois dentes e aquela cara de atriz pornô dela, seduzindo geral. Mas quem liga?
Ok, gente boa. Vou parar por aqui, senão me empolgo e acabo escrevendo o final do filme. Como se isso fosse novidade para algupem, não é?










