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16 de jan. de 2012

meu irmão, david guetta e salsichas

Não sei se vocês sabem, mas eu tenho um irmão. Ele é mais novo que eu – tem 21 anos, eu tenho 22. É esse rapaz de gola V na foto abaixo, conforme a indicação que eu fiz.


Então. Por termos essa diferença de idade ridiculamente pequena, eu e meu irmão nos damos muito bem. Somos grandes amigos e tal. O Douglas faz várias coisas legais. Ele é mestre em achar músicas na internet pra mim, por exemplo. E geralmente é a mesma coisa.
Eu chego em casa, vinda de algum lugar, e digo:
- Dô, tô com essa música na cabeça, mas não sei o nome dela e não sei nem um pedaço. Mas acho que ela é mais ou menos assim NA NARARÃN, NARARÃN... Meu, tu tem que me ajudar, cara. Que música é essa? PELAMORDEDEUS!
E ele começa a digitar e diz:
- É essa?
E põe pra tocar no notebook dele EXATAMENTE a música que eu queria. Isso só não funcionou no dia que eu queria descobrir que música era essa aqui. Eu tive que ligar pra rádio e cantarolar pro apresentador. UAHUEHAUHEAUHE SÉRIO.

Enfim. Além de ser mestre em achar músicas a partir dos meus TROLOLOs, meu irmão tem um bom gosto musical. Ou tinha. Sei lá. Foi ele que me ensinou muito do que eu sei sobre AC/DC, Led, Guns, os dinossauros do rock e tal. Só que, de uns tempos pra cá, ele vem desenvolvendo um gosto por música eletrônica – e todo esse universo de DJs e afins.
Tipo, eu até gosto de alguma coisa desse universo. Se eu vou pruma festa, eu danço. Quando eu tô na academia, eu até escuto. Mas em outras ocasiões/horários/situações, não. Até porque eu sempre achei que – POLÊMICA – djs fossem apenas caras que misturam músicas e dão play nelas. É claro que deve ter mais trabalho que isso, não quero nenhum DJ LOVER aqui me xingando, mas sei lá.
Tudo isso pra contar que meu irmão foi esses dias no show do David Guetta - e eu até iria, acho ele simpático. Gosto de pessoas que sorriem – e o tal David parece que tá sempre se divertindo à beça enquanto dá o play nas músicas lá. Mas naquele final de semana do show eu estava acampando em SANTO ANTÔNIO DA PATRULHA e não pude ir. E eu também não tinha grana pra ir. Que seja. Então meu irmão foi lá e eu fiz várias perguntas e ele me respondeu pelo chat do Facebook. Tipo um correspondente de shows e eventos JOVENS. Ao invés de transcrever aqui o que ele me disse, achei melhor colar a conversa. Ó:

Douglas Dias
tinha menores de idade, fumando e bebendo. muitos, principalmente fumando
pouca fila, bem organizado, lugar grande
ele demorou pra entrar, foi só às 03:30
heinikein - 7 pila a lata
água - 5 pila
cachorro quente com uma salsicha - 10 pila
tinha gente de tudo que é tipo
bêbados que perdem a noção e começam a pular e fazer doideras
antes tocaram 2 djs legais
mas a galera tava cansada e um cara tocou muito tempo antes do guetta
daí queriam que ele saísse, mas ele era bom
botou duas músicas do AC/DC meio que mixada
quer algo mais?

Nicole Dias
sério?
é séria essa história do cachorro-quente?
10 reais? uma salsicha?

E isso é o que eu tenho pra dizer sobre o show do David Guetta em Capão de Canoa. Até mais!

23 de jul. de 2010

refrigerante de refil

Finalmeeente, habemos Burger King na cidade mais próxima da minha. Sim, na mais próxima, porque onde eu moro não tem nem escada rolante nem cinema, o que dirá uma franquia deliciosa de hamburgueres, não é?

Enfim. Eu comia muito no Burger King ano passado, quando eu estava fazendo intercâmbio e os lanches custavam duas libras e eram bem completinhos. E desde então eu não tinha ido mais. Mas agora isso acabou, people. Vou comer FOREVER lá.
Ou não tanto assim. Eu sou louca por aquele duplo cheeseburger com bacon crocante e delicioso, mas nunca consigo comer tudo. Eu super insisto, mas sempre sobram umas 7 batatinhas e um naco de pão na minha bandeja. E um tempo depois, quando a fome volta, eu me arrependo por não ter comido o que sobrou. O que é bizarro, porque um naco de cheeseburguer nem tem uma aparência apetitosa.

Whatever. O que eu mais gosto no Burger King, além daquela coisa de ser obrigatório comer lá usando a coroa (ok, nem é obrigatório, mas eu uso), é o esquema do refrigerante de refil. Porra! O cara que inventou isso é um fuckin' genius!

É uma vibe total Nintendo Sixty Four. Você vai lá, bebe o refrigerante e depois serve mais e mais e mais, forever bebendo refrigerante e servindo o copo de novo! Ok, nem é forever, afinal, diz na notinha fiscal que isso é válido por meia hora. Mas, se você se dedicar de verdade, consegue beber muito em meia hora. O que nem sempre é bom, tenho que admitir, ainda mais se você quer olhar todas as lojas do shopping depois de comer e tal. Depois de um cheeseburguer duplo e litros de Coca Cola, você só quer deitar de barriga para cima e jiboiar all afternoon long.

Cara, eu super poderia ir lá no Burger King hoje. Mentira, hoje é domingo e é o dia que o meu pai cozinha. Nada pode superá-lo. :)

Enfim. Meu irmão ficou muito contente ao ir no Burger King comigo esses dias, ainda mais quando eu implorei para que ele colocasse a coroa.


É muita alegria, não?
Beijos, people! E aguardem o post sobre a comemoração do meu aniversário de 21 anos. Foi doida. =D

12 de jul. de 2010

ponderações sobre o meu estranho gosto musical

As pessoas costumam olhar para mim com cara de “what the fuck????” quando eu digo que super curto alguns sertanejos universitários. E a expressão de incredulidade só aumenta quando eu começo a cantar - talvez porque afinação não é exatamente o meu forte, ou talvez porque eu faço uma pequena dancinha com a mão na testa quando canto sertanejo. Como nessa foto aí debaixo.

Enfim. Meu gosto musical é, eu diria, muito abrangente. Muito. Eu curto The Frattelis, Strokes, Panic at The Disco, U2, Maroon 5, Aerosmith, Nickelback e Franz Ferdinand. Mas também canto músicas de Lady Gaga, David Gueta e Black Eyed Peas. Acho Baby, do Justin Biba, viciante - e curto sertanejo universitário. How bizarre!

Esses tempos resolvi gravar um CD com as músicas que mais estou escutando no momento. Chamei ele de “Só as boas da Nicole”. E percebi que meu estranho gosto musical choca as pessoas. Vamos aos exemplos práticos! ;)

Fui com meu pai a Porto Alegre algumas semanas atrás. Dá uns 40 minutos de viagem da cidade onde moro. Coloquei o cd para rodar e meu pai fez bico. Para ele, música boa é AC/DC, Led Zeppelin e tal. E quando começou os sertanejos, então, foi tenso.

Na verdade, aconteceu assim: a música que estava tocando era Jadded, do Aerosmith. E eu sabia que depois dela começava Meteoro da Paixão (sim, é verdade, eu tenho essa música no meu cd) e meu pai teria, sei lá, um treco com aquele “insulto musical”, mas deixei rolar. Então a música começou e eu mantive uma expressão impassível, bem no estilo “não, não está tocando Meteoro da Paixão, por que você está me olhando com essa cara, papaizinho lindo?”, enquanto meu pai fazia a expressão de “Porra, cacete de música, quero arrancar meus tímpanos!”. Então caímos na gargalhada, é claro. E tiramos meu cd. Droga.

Outro dia fui com um amigo meu a Caxias do Sul, muuuito mais longe do que Porto Alegre. Esse meu amigo foi mais compreensivo - só se recusou a ouvir Miley Cyrus. Porém, no final das contas, disse que só umas 2 ou 3 músicas da minha seleção prestavam. Ok, né?

Gosto de tudo que é coisa, people! Portanto, aceito sugestões. No meu sopão musical sempre cabe mais um!

Obs: Meu blog estava dando erro nos comentários. :( Mas agora acho que tudo voltou ao normal. Viva! E um beijo!

5 de mar. de 2010

aconteceu com minha mãe

Ok, essa é uma história real, que tem minha mãe como protagonista. Afinal, não é só comigo que coisas meio bizarras acontecem - é caso de família.
Minha mãe chegou em casa hoje e tinha uma melancia na frente da porta. Um melancia, velho, paradinha na frente da porta do apartamento. Verde, redonda, enorme. Uma melancia bonita, disse minha mãe. Ela olhou para a melancia, desconfiada, e rolou a melancia para dentro do apartamento.
Depois foi até um vizinho que tem um sítio e costuma trazer coisas para ela, como bergamotas, alface e jabuticabas. Descobriu que não, ele não havia dado a melancia. Na verdade, nem na casa dele ele tinha melancias. "Estranho", ela pensou.
Foi então até a loja onde uma amiga dela trabalha. É claro que ela sabia que não tinha sido ela que havia dado a fruta, mas resolveu brincar. Aconteceu então o seguinte diálogo:
Mãe: Obrigada, amiga, pelo presente.
Janete: Que presente?
Mãe: Oras, a liinda melancia que tu pôs na porta do meu apartamento!
Janete: Melancia? WTF?
Bom, talvez não tenha sido exatamente assim o papo, visto que eu não estava lá, mas imaginei assim. Se ela não disse "WTF?", provavelmente fez uma cara de WTF?. Vai saber.
Então mamãe estava voltando para casa, quando encontrou um vizinho do andar de cima, com um sorriso peculiar. Bingo! "A família gosta de melancia?" - ele perguntou. O caso estava solucionado.
Ou não, afinal, ainda não entendemos por que ele nos deu a dita cuja fruta.
Mas, enfim. A melancia foi cortada em quatro pedaços e meu pai já comeu um deles. Hahaha.
FIM.

10 de jan. de 2010

diálogos familiares dentro do carro

Eu e meu pai no carro. Ele dirigindo. A música tocando. Surgem os diálogos.

- Naná, acho que tu deverias escrever uma crônica no teu blog sobre o que o teu pai levaria para uma ilha deserta.
- Hmm... o que tu levarias, pai?
- Apenas três coisas: fita isolante, um pote de cola de silicone e um canivete.
- Ah, tu iria viver tipo um MacGyver, um náufrago, sei lá?
- É. Daí, se eu não conseguisse fazer nada com o silicone e a fita isolante, eu cortaria os pulsos com o canivete! (risos)
- ... Olha, acho que isso não daria exatamente uma crônica. Talvez um pequeno diálogo aleatório.
- Tá, pode ser.

Um tempo depois...

- Pai, olhei esss dias o clipe do November Rain, do Guns.
- Ah, é o melhor que tem.
- É, é bom, Mas eu tenho algumas observações. Tá, tem o casamento e tudo. E em seguida a mocinha morre. Fica mais ou menos entendido do que ela morreu?
- Ahh, acho que não fica explícito. Acho que ela morreu de certo durante uma november rain!
- Mas não no casamento, né? Porque na festa do casamento chove e tals...
- Não! Acho que ela não morre no casamento não.
- Hm. E que sacanagem, né? O Slash na verdade era o amante da noiva, ou no mínimo nutria alguma paixão por ela. E ainda vai no casamento, coitado!
- Mas o Slah não era o amante! Ele até entrega as alianças!
- Ahh, pai, claro que ele era. Depois que ele entrega as alianças, ele sai ensandecido da igreja e faz todo aquele solo com a camisa aberta. Obviamente, era o lamento de um coração partido.
- Ora, se tu diz...
- Sim, era sim.

Porque as conversas mais espirituosas não tem hora nem lugar para acontecer.

25 de set. de 2009

as ladinas máquinas de café da feevale

Eu estava em minha excitante aula de semiótica, em uma fria quinta-feira à noite. A professora falava das representações icônicas ao longo da história, a colega da frente fazia um trabalho para outra matéria e eu dormia com a testa na mesa. Até que tocou o sinal do intervalo. Resoluta, descolei a cabeça da mesa e disse:
- Café. Preciso. Quem vai?
Reuni mais duas colegas que também precisavam um "certo incentivo" para prosseguir na aula. Munidas cada uma com uma moeda de um real, fomos até a máquina de café mais próxima.
Antes de prosseguir, devo dizer: lugares para comprar café não faltam na Feevale. Tem no Tiririca, na tabacaria, nas lanchonetes... E nessas ditas máquinas que estão espalhadas pelo Campus, que não tem o melhor café do mundo, mas tem o melhor preço: R$1,00. Ok, continuando.
Paramos em frente a máquina, com um vento cortante batendo.
- São muitas opções, Jezuis! Vou escolher esse. - eu disse, inserindo a moeda e apertando a opção "café com pouco leite". Eu precisava de cafeína.
Aguardei o "bipe" e retirei meu copinho fumegante do compartimento. No primeiro gole, algo errado.
- Hey, mas isso, diabos, não é café nem aqui nem em sei lá aonde! Putz, cara! PUTZ! É Nescau! E um Nescau ruim pra caramba! Argh, velho, que droga! - desatei a praguejar na frente da máquina, com as gurias e os passantes rindo da minha cara.
Mas não havia o que fazer. Reclamar pra quem? Não tinha ninguém e o Nescau, por mais ruim que fosse, era quentinho. Bebi ele, mas não sem antes dar um bom bico com minhas botas de Robin Hood na maligna engenhoca de café.
Então foi a vez da Jéssica. Ela inseriu a moeda e teclou em sua escolha, "cappuccino". E nada. A máquina ficou ali, bem na dela, piscando "Insira R$1,00".
- Mas eu já inseri!! -disse Jéssica, impotente, para a máquina que continuava piscando, impassível e sem emoções, o "Insira R$1,00" - Eu já inseriii! - E mais um chute na máquna.
- Essa máquina está nos tirando pra loucas! - disse eu, já querendo armar uma teoria conspiratória. - Só pode, meu.
- Tá, deixa que eu vou pegar o meu agora - disse a Joci, decidida a não ser lograda pela ladina máquina, recebendo coisas que não pediu, ou pior - não recebendo nada.
Ela colocou a moeda no lugar certo, apertou o botão do cappuccino. A máquina começou a fazer os sons de que estava produzindo o pedido.
- Até que enfim - eu disse. A Jéssica só soltou um muxoxo. Gastara um real em vão.
"Bipe", fez a máquina. Joci pegou o copinho. Um gole. E...
- PUUUTZ, também é Nescau! Nescau velho, ruim. Nem Nescau deve ser. Droga.
Olhamos para a máquina com caretas horrendas e demos as costas a ela. Affe.

E, tipo, não é a primeira vez que essas máquinas de café aprontam das suas comigo e meus fiéis companheiros de aventuras. Certa vez, a máquina (não a do Nescau, outra) ignorou uma moeda de 25 centavos que a Katia havia posto lá. Sorte que eu tinha para emprestar pra ela. Então, amiguinhos, já sabem. Paguem um pouco a mais pelo seu cafezinho, com a garantia do que você vai receber será café mesmo, e não qualquer tipo genérico e ruim de achocolatado velho. Ficadica.

16 de jun. de 2009

lilica e filó

Eu nunca tive um cachorro. Nem gato, coelho, tartaruga. Na verdade, minhas experiências como dona de bichos de estimação nunca passaram de peixes e canários. Meu último peixinho, Mad Max, morreu e foi parar na privada. Meus últimos canários, Tchuquinho e Tchucão tiveram finais parecidos - talvez sem a parte da privada.
Daí vai aparecer alguém e vai dizer: "Mas céus, Nicole, além de nunca ter comido churros, tu nunca brincaste com um cachorro? Afinal, que diabos de infância tu tiveste?". Ok, é claro que não diriam brincaste e tiveste, mas fica mais bonito conjugado. E eu respondo, meus caros, que embora eu more em um apê acarpetado e proibido para bichos e todos seus pêlos e urinas, eu já brinquei com cachorros sim, tá? Só nunca comi churros, e isso pode ser resolvido facilmente.
Eu tenho uma avó sabe. O quê? Você também tem? Uauuuu! Mas eu tenho duas, na verdade, mas o post de hoje é só sobre uma delas: a vó que tem um quintal que tem um cachorro. E foi lá na casa dela que tive as maiores experiências com esses seres caninos. Lembro vagamente de uma cachorro por lá quando eu era pequena, o Bagunça, vulgo Baga. Para mim, ele era enorme e muito, muito feroz. Mas pelo que ouvi dizer, ele não era não.
E há uns anos atrás entrou em nossas vidas a Lilica, uma Dachshund (salsichinha, sabe?) marrom com um parafuso a menos. Vários domingos foram gastos em frustradas tentativas de fazer Lilica saltar por dentro de um bambolê, ou correr atrás da bolinha. Aliás, ela até corria atrás da bolinha - mas éramos nós que tínhamos que correr atrás da cachorra depois para pegar a bolinha de volta.
Lilica tinha medo de foguetes e proteger a casa era uma coisa que ela não fazia. Felizmente a casa de minha avó nunca foi assaltada, mas se algum dia um trombadinha entrasse no terreno, Lilica provavelmente abanaria o rabo e ficaria contente com a "visita". Ela não podia entrar em casa, mas passou a vida inteira tentando escapulir entre nossas pernas para entrar. E quando conseguia, ou ficava pulando encima da cama da vó, ou subia no sofá, ou ficava correndo descontrolada, com todo mundo correndo atrás dela. Vai ver ela gostava de viver perigosamente.
Missão complicada? Levar ela para passear. Lilica gostava de correr, mas os humanos que passeavam com ela não queriam correr. Por muitas vezes ela quase se matou sufocada na coleira, arfando e ficando com a língua pra fora no esforço da tentativa de corrida. E nem tudo foi fácil na canina vida de Lilica. Diversas vezes ela levou boladas na cabeça, por querer participar de nossos habilidosos jogos de basquete, vôlei, socobol ou qualquer que fosse a modalidade escolhida no final de semana. E parecia não se importar, pois logo já estava correndo entre nossas pernas de novo.
Lilica já não se encontra entre nós a cerca de meio ano. Ela teve problemas de saúde e foi melhor deixá-la descansar no Céu dos Cães, onde existem diversas bolinhas de tênis e eles podem correr livres, sem se preocupar com coleiras.
Mas... tchan tchan tchan tchaaaaaan... Já temos outro animalzinho na família! Um mês atrás, chegou a queridíssima Filomena, já conhecida carinhosamente por Filó, mais uma salsichinha alegre e marrom. Até minha mãe, que não é muito fã de bichinhos, segura ela no colo (é minha mãe na foto). Filó é apenas um bebê e dorme pra caramba, mas já tem o estranho fanatismo pela bolinha de tênis e corre conosco atrás da bola de futebol. Por ser pequena, ela pode andar livremente por dentro da casa, mas parece que já entendeu que não é bem-vinda no quarto da minha avó - aliás, em nenhum quarto. Mas ela tem sua própria caminha, bem bonita e macia, com cobertores, ursinhos e tudo mais. E, quando fiquei sabendo que ela sentia muito frio e usava um casaquinho cinza, resolvi intervir. Lilica nunca usou roupas, ela arrancava de maneira selvagem qualquer tipo de ornamento que colocáva-mos nela. Mas Filó aceitou com gosto o lindo evstido vermelho de babadinhos que dei a ela.
Espero que em breve poderei contar altas histórias legais sobre a Filó. E no dia em que ela prender a saltar por dentro de arcos, levarei-a no Faustão - ué, não tem lá um quadro com cães treinados? Me aguardem! :D

26 de jan. de 2008

Das coisas que o dinheiro compra

Dinheiro traz muitas coisas. Com ele podemos ter sapatos bonitos, edredons cor de rosa, chocolates, internet, gasolina (enfim, você entendeu). Dinheiro traz conforto, segurança, paga estudos, planos de saúde. Porém, existem coisas que o dinheiro não compra (e para todas as outras existe er, hã, fecha parênteses) - e essas sim são coisas de valor. Amigos, por exemplo, não se compra. Saúde, amor - dinheiro nenhum consegue isso. Porém, o dito cujo (dinheiro, né :P) ajuda a proporcionar pequenos momentos felizes. Um sorvete com as amigas num final de tarde, um livro com uma história linda, um novo corte de cabelo que te deixa maravilhosa. Não importa o quanto você tem, e sim o valor que dá e como você usa. (Use com sabedoria!).

(Para revista Capricho - Dinheiro traz felicidade?)



Diálogo familiar
Eu, chegando em casa: - Vou fazer mais uma tatuagem!
Mãe: - Não, não vai.
Eu: - Claro que vou. Tenho duas, é par.
Pai: - É verdade, tatuagem tem que ser em número ímpar.
Eu: - Viu? Vou fazer.
Mãe: - Não, chega de tatuagem.
Eu: - Mãe, eu sou de maior, posso chegar em casa com um dragão alado nas costas se eu quiser. Só estou avisando porque eu tenho consideração com vocês.
Pai: - aheihaiehioaehoae
Mãe: - ¬¬
Família ê, família a, família!