No último feriado eu estava em casa bem tranquilona, lendo, de coque no cabelo e pomada para espinhas no rosto, me recuperando da baladinha doida do dia anterior.
Eis que toca o telefone e são meus amigos, dizendo para eu me arrumar que eles passariam na minha casa em 7 minutos e meio, e que iríamos sair por aí parar beber um vinho e tocar um violão. "Beleza", eu disse, pois é uma coisa que eu costumo dizer.
Então, no horário marcado, eles estacionaram na frente do meu apê e começaram uma buzinança e tals. Enfim. Fomos adiante e, vinho vai, vinho vem, resolvi mostrar para os meus amigos e minha habilidade de tocar violão. Resolvi mostrar o hit que sei tocar: Brasileirinho. E não só mostrar como fazer um vídeo disso. Esse que está abaixo. Imperdível!
Observem que:
- meus amigos são uns piadistas. Preste atenção nos comentários deles, que vão de "puta falta de sacanagem" à "vai me assassinar, do jeito que toca!". Me amam!
- estou embriagada. Não deixem de reparar na dancinha que faço quando o meu amigo Ramones me humilha tocando AC/DC no violão.
- tenho um talento incrível. Nasci com um tino musical invejável, não?
Ok, people. Quero comentários sinceros de vocês. Eu levo jeito?
Tudo bem, aceito comentários NÃO SINCEROS também. (Em outras palavras, MINTAM e digam que eu toco bem. Por favor!!). hahahahaha :D
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6 de jun. de 2010
2 de jun. de 2010
a história do violão
Blogou a
Nicole Dias
Certa vez, resolvi que compraria um violão e aprenderia a tocá-lo. Tipo, se eu tivesse uma habilidade incrível para tocar o instrumento, minha total falta de talento na hora de cantar passaria desapercebida! E tanta gente por aí sabe tocar violão - aprender seria super fácil.
Fui à Multisom um domingo de tarde e comprei o dito cujo, inclusive com uma espécie de mochila para carregá-lo. Que dia feliz foi aquele. Logo catei na internet uns tutoriais e apostilas e vídeos do youtube que ensinavam a tocar. Alguns vídeos me encheram de ódio, pois eram crianças ensinando. Crianças que tocam violão me enchem de rancor. Eu fui uma criança que não sabia tocar violão. Nem virar estrelinha - mas isso vem em outro post.
Prosseguindo. Eu cheguei a aprender os acordes inicias de Lucky, do Jason Mraz com a Colbie Cailat, que era a minha música favorita e viciante do momento, e isso com certeza foi um progresso.
Porém, não gostei de tocar violão. Aprendi algumas notas, mas logo esqueci elas. E achei incrivelmente complicado trocar de uma nota para a outra. Sem falar que fiquei com calos nos dedos e tive que cortar as unhas bem curtinhas. SAD.
Daí estava me queixando para meu amigo Boris, que aprendeu a tocar violão sozinho, o quão doloroso estava sendo o meu processo de aprendizado. Foi quando ele disse, sabiamente: "Esforço e dedicação, Nicole San, e atingirás o nirvana" (sim, meus amigos dizem coisas meio enigmáticas, sometimes) e eu me dei conta que só aprenderia a tocar violão praticando por horas a fio. Como diria minha amiga Vanessa: não, obrigada, é ruim. Abandonei o violão, admito com vergonha.
Então o violão ficou lá, no topo do armário, abandonado à própria sorte por mais de um ano. Até que eu resolvi dar mais uma chance para ele. Quer dizer, não vou virar a maga da viola nos próximos dias, mas vou aprender, aos poucos. Já aprendi os acordes iniciais de outra música, embora só eu identifique qual é. Vou gravar um vídeo disso e postar aqui, um dia.
Eu poderia até terminar esse post com algum tipo de lição de moral, naquele estilo: nunca desista, seja persistente, blablabla. Mas é claro que não vou, porque provavelmente daqui a duas semanas eu já terei desistido de tocar instrumentos musicais. Porque, puta merda, eu odeio ficar com as unhas tão curtas - e preciso de tempo para ler a coleção do Senhor dos Anéis que comprei no Submarino por 39,90. hahahahahahaha!! Pois é.
Mas colocarei o vídeo aqui, vocês não perdem por esperar. :)
Fui à Multisom um domingo de tarde e comprei o dito cujo, inclusive com uma espécie de mochila para carregá-lo. Que dia feliz foi aquele. Logo catei na internet uns tutoriais e apostilas e vídeos do youtube que ensinavam a tocar. Alguns vídeos me encheram de ódio, pois eram crianças ensinando. Crianças que tocam violão me enchem de rancor. Eu fui uma criança que não sabia tocar violão. Nem virar estrelinha - mas isso vem em outro post.
Prosseguindo. Eu cheguei a aprender os acordes inicias de Lucky, do Jason Mraz com a Colbie Cailat, que era a minha música favorita e viciante do momento, e isso com certeza foi um progresso.
Porém, não gostei de tocar violão. Aprendi algumas notas, mas logo esqueci elas. E achei incrivelmente complicado trocar de uma nota para a outra. Sem falar que fiquei com calos nos dedos e tive que cortar as unhas bem curtinhas. SAD.
Daí estava me queixando para meu amigo Boris, que aprendeu a tocar violão sozinho, o quão doloroso estava sendo o meu processo de aprendizado. Foi quando ele disse, sabiamente: "Esforço e dedicação, Nicole San, e atingirás o nirvana" (sim, meus amigos dizem coisas meio enigmáticas, sometimes) e eu me dei conta que só aprenderia a tocar violão praticando por horas a fio. Como diria minha amiga Vanessa: não, obrigada, é ruim. Abandonei o violão, admito com vergonha.
Então o violão ficou lá, no topo do armário, abandonado à própria sorte por mais de um ano. Até que eu resolvi dar mais uma chance para ele. Quer dizer, não vou virar a maga da viola nos próximos dias, mas vou aprender, aos poucos. Já aprendi os acordes iniciais de outra música, embora só eu identifique qual é. Vou gravar um vídeo disso e postar aqui, um dia.
Eu poderia até terminar esse post com algum tipo de lição de moral, naquele estilo: nunca desista, seja persistente, blablabla. Mas é claro que não vou, porque provavelmente daqui a duas semanas eu já terei desistido de tocar instrumentos musicais. Porque, puta merda, eu odeio ficar com as unhas tão curtas - e preciso de tempo para ler a coleção do Senhor dos Anéis que comprei no Submarino por 39,90. hahahahahahaha!! Pois é.
Mas colocarei o vídeo aqui, vocês não perdem por esperar. :)
6 de set. de 2009
sobre um certo joguinho de computador
Blogou a
Nicole Dias
Então, acho que não comentei aqui, já faz um tempo que sou a feliz proprietária de um The Sims 3. O jogo foi estratégiamente gravado por meu colega de trabalho Diogo, que andou fazendo mais umas cópias genérica por aí (ele não faz mais, lamento). Instalei e comecei a jogar. Cara, que vício.
...
Demorei a voltar a postar pois fui obrigada a jogar mais um pouquinho. Quem já jogou alguma vez alguma versão de The Sims, deve entender isso. Essa vontade louca de jogar mais um pouquinho, de fazer seu personagem ser promovido mais uma vez, de dar a melhor festa de todas, de construir uma piscina enorme com um tobogã e um jardim de capa de revista.
E essa terceira versão da série é a mais legal e perfeita de todas. Você pode pegar seu carro ou bicicleta, ou até mesmo ir andando até o centro da cidade. Pode visitar os vizinhos, ir à biblioteca, tocar violão no parque e ganhar dinheiro com isso.
E enquanto você joga na sua casinha, a vida dos Sims nas outras casas vai passando ao mesmo tempo. Eles continuam trabalhando, fazendo amizades, casando e tendo filhos.
Mas coisas não tão agradáveis acontecem. Exemplo? Criei a minha personagem Nicole, como sempre faço. A mais rica, com um carrão cor de rosa e uma promissora carreira de jornalista. Casei ela com um Robert Pattinson, astro da carreira musical. Eles tiveram um bebê lindo lindo, Bernardo. Então imaginei toda a vida do Berni, ele ia crescer, ia ser um garanhão, lindo, médico, com filhinhos como a Suri Cruise e uma casa no alto da colina. Deixei ele lá, com a Nicole e o Robert e fui jogar em outra casa. Joguei lá um bom tempo. Quando voltei para a casa da Nicole, Bernardo já era um adolescente e estava namorando.
Com um rapaz.
Fiz ele pegar o telefone e acabar a relação, oras. Ele ficou chateado e sofreu a perda do namorado, mas logo conheceu uma menininha e se apaixonou. Acho que ele ainda estava se descobrindo.
Mas nada contra gays, afinal, minha família preferida é um casal de homens e a garotinha que eles adotaram. E adoro também a gordinha que fiz, que quer ser famosa. Coitada, ela se mata na academia! hahaha
...
Demorei a voltar a postar pois fui obrigada a jogar mais um pouquinho. Quem já jogou alguma vez alguma versão de The Sims, deve entender isso. Essa vontade louca de jogar mais um pouquinho, de fazer seu personagem ser promovido mais uma vez, de dar a melhor festa de todas, de construir uma piscina enorme com um tobogã e um jardim de capa de revista.
E essa terceira versão da série é a mais legal e perfeita de todas. Você pode pegar seu carro ou bicicleta, ou até mesmo ir andando até o centro da cidade. Pode visitar os vizinhos, ir à biblioteca, tocar violão no parque e ganhar dinheiro com isso.
E enquanto você joga na sua casinha, a vida dos Sims nas outras casas vai passando ao mesmo tempo. Eles continuam trabalhando, fazendo amizades, casando e tendo filhos.
Mas coisas não tão agradáveis acontecem. Exemplo? Criei a minha personagem Nicole, como sempre faço. A mais rica, com um carrão cor de rosa e uma promissora carreira de jornalista. Casei ela com um Robert Pattinson, astro da carreira musical. Eles tiveram um bebê lindo lindo, Bernardo. Então imaginei toda a vida do Berni, ele ia crescer, ia ser um garanhão, lindo, médico, com filhinhos como a Suri Cruise e uma casa no alto da colina. Deixei ele lá, com a Nicole e o Robert e fui jogar em outra casa. Joguei lá um bom tempo. Quando voltei para a casa da Nicole, Bernardo já era um adolescente e estava namorando.
Com um rapaz.
Fiz ele pegar o telefone e acabar a relação, oras. Ele ficou chateado e sofreu a perda do namorado, mas logo conheceu uma menininha e se apaixonou. Acho que ele ainda estava se descobrindo.
Mas nada contra gays, afinal, minha família preferida é um casal de homens e a garotinha que eles adotaram. E adoro também a gordinha que fiz, que quer ser famosa. Coitada, ela se mata na academia! hahaha
(Qualquer semelhança...)
Vou lá jogar mais um pouco. Voltaremos.
Vou lá jogar mais um pouco. Voltaremos.
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