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7 de jan. de 2016

Viajando com Nicole: Punta del Este

Olaaá família brasileira. Tudo certinho? Por aqui tudo beleza. O ano começou e começou a mil. Pra vocês não? É difícil voltar à rotina depois de um período de férias, mas já estou a todo vapor – dois posts no blog em uma mesma semana é um fato que mostra isso haha.

Hoje eu vou contar mais sobre a viagem que fiz para o Uruguai no finalzinho de 2015. No post anterior eu já falei sobre o hostel, a empresa pela qual viajei, o dinheiro e a comida. Hoje é dia de dar mais atenção para a linda, maravilhosa, famosa e ryca Punta del Este. Bora conferir?

Punta del Este já foi considerado o balneário mais luxuoso da América do Sul e fica em um estado chamado Maldonado. 

Eu já havia estado em Punta na Páscoa de 2015 – e até fiz um post aqui no blog contando um pouco sobre a experiência. Dessa vez passamos por lá rapidamente, antes de irmos definitivamente para Montevidéu, que fica a 120 km. O nome é exatamente o que ele sugere: Ponta do Leste, já que Punta fica na extremidade oriental do Uruguai. 

Saímos de Porto Alegre na terça-feira, 20h, e chegamos em Punta na quarta de manhã (lembrando que no Uruguai não há horário de verão, então o relógio volta uma hora). Por puro azar, o dia estava cinza e com ameaça de chuva – ameaça que se concretizou em pouquíssimo tempo. É meio frustrante visitar um local de praia, que é lindo, abaixo de chuva e frio, mas paciência. Shit happens.

A primeira parada foi para fotos na escultura dos dedos. Era cedo e a praia ainda estava relativamente vazia. 




Depois tivemos um tempo para andar pela cidade. Como o tempo não estava convidativo e ainda era cedo e o comércio estava fechado, acabamos só tomando café da manhã em um posto de conveniência e olhando algumas lojinhas. Aproveitei para comer a primeira empanada da viagem. Empanada é vida. E também foi o meu primeiro contato com a língua espanhola (o castelhano) depois de vários meses, o que proporcionou o seguinte diálogo:

- Hola. Una empanada de jamon y queso y un café, por favor.
- Café largo?
- Ja.

Ja, pra quem não sabe, é sim em alemão. E pra quem também não sabe, eu faço aula de alemão toda segunda-feira. Hahahaha. Mas a moça entendeu mesmo assim e me alcançou o tal café grande.  

A visita em Punta foi assim, rapidinha. Nem deu tempo de ver o bairro das mansões ou colocar os pés na água. :(

Na sequência, embarcamos no ônibus novamente e partimos para Punta Ballena, que é onde fica a famosa Casa Pueblo. Eu já havia visitado antes, mas é um lugar que vale à pena. A Casa Pueblo era a residência de verão do artista Carlos Páez Vilaró e tem toda uma vibe grega. 



Lá dentro tem um museu, um café, um restaurante, uma galeria de arte e um hotel, além de uma lojinha com livros, camisetas, pinturas e afins (tudo em dólar e tudo caro). O preço da entrada é 28 reais.  Antes de entrar lá, aproveite para dar uma volta por fora da casa. Você vai tirar fotos incríveis, vai por mim.  

Dicas e pontos imperdíveis:

*na entrada de Punta tem a Ponte da Barra Leonel Viera, que é sensacional, imitando o movimento das ondas. Passar de carro/ônibus por ela é uma experiência bem bacana. Muitas pessoas fazem um retorno na estrada só para poder passar mais uma vez por ela.

* você precisa tirar aquela foto clássica na frente da escultura La Mano (que também é chamada de Los Dedos). Ela é fácil de achar, porque é grande e fica bem no meio da praia Brava. O difícil é conseguir parar sozinho na frente da famigerada, porque não falta turista ali ao redor. Coloque essa foto como a primeira missão do dia: vá lá logo cedão e depois faça o resto do seu cronograma.

* o Conrad é o hotel/cassino mais bonito da região. Eu geralmente não curto muito os cassinos da Argentina e do Uruguai – são cheios de idosos e a vibe parece meio deprê -, mas uma visitinha pra conhecer e formar a sua opinião a respeito é sempre válida.

* tem mais que uma sorveteria Freddo no centro. É sorvete argentino, sim, mas é bom demais. Destaque, claro, para as opções com dulce de leche.  

* consumistas, segurem na mão da Nossa Senhora do Cartão de Crédito. Tem Valentino em plena Punta, além de lojas uruguaias bacaninhas como a Indian Emporium e a Daniel Cassin. Não comprei nada pois as lojas estavam fechadas e tal, mas as vitrines eram MUITO convidativas.

* se você estiver com tempo, tome um cafezinho na Casa Pueblo. Ou espere para ver o pôr do sol lá – dizem que é um espetáculo.

Ficamos por aqui, galerinha! Quem já esteve por Punta pode me contar o que achou e complementar as dicas!


No próximo post eu conto mais sobre os outros dias da Trip, com destaque para a lindona Montevidéu.

21 de mai. de 2015

Fui pra Punta del Leste!




Vamos fazer o seguinte: vamos simplesmente fingir que não fazem mais ou menos duas décadas que eu não apareço por aqui. Vamos fazer de continha que esse sumiço nunca aconteceu. Tá bom? Então tá bom.

2015 tem sido um ano muito massa. Mais da metade da minha lista de coisas a realizar já foi riscada, vocês acreditam? Pois é. E além disso, fui picada pelo bichinho da vontade de viajar. Depois de passar o ano novo em Buenos Aires, fui passar a Páscoa no Uruguai, em Punta del Leste. Gente do céu, que lugar mais LINDO. Pensa em luxo, pensa em glamour, pensa em ostentação.  E pensa em lugar caro também, haha. Punta del Leste está na lista dos balneários de luxo mais famosos do mundo, pra vocês terem uma ideia. Mas é DEMAIS!

Passei poucos dias por lá, é verdade – saí da minha cidade na quinta-feira e retornei no domingo de madrugada -, mas ainda assim consegui me encantar muito e conhecer lugares espetaculaaaaaaares! Nos próximos posts eu vou contar sobre o hostel em que fiquei hospedada, além dos passeios que fiz.
Por enquanto, aqui vão algumas dicas e observações:

- o dinheiro do Uruguai é o peso uruguaio, e é muito barato para a gente do Brasil. Com 500 reais comprei mais de 3 MIL PESOS. Por outro lado, coisas lá são loucamente caras. Lugar de rico, né people? Acompanhem: fui numa balada e comprei uma garrafa de água. Quando fui fazer a conversão para real (não sou boa em cálculos, acabava fazendo só depois) me dei conta que tinha pago mais de 30 reais pela garrafinha. Segurei aquela água a festa inteira e fiz cada gole valer como se fosse o último líquido do deserto.

- muitos lugares aceitam real e dólar. Vale levar um pouco de cada e ver quanto está o câmbio do dia. Às vezes pode acabar valendo mais a pena.

- faça as coisas a pé. Você pode acabar descobrindo espaços bem legais para tirar uma foto, comer um sorvete, comprar uma lembrancinha ou dar uma descansada.  

- não se iluda com os cassinos. Os que fui – tanto no Uruguai quanto na Argentina - são cheios de prostitutas e tios velhos aposentados. Nada perto do glamour de Las Vegas, por exemplo (não que eu tenha ido, mas nos filmes sempre parece mais interessante). Dê uma passada sem compromisso, já que não custa nada para entrar, mas vá fazer alguma coisa mais legal depois. Sei lá, acho aquelas máquinas e jogos meio deprimentes.

- para entrar no Uruguai você precisa estar com sua carteira de identidade – não pode ser de motorista – ou com passaporte. Deve estar na validade e a foto deve ser recente. Se você ainda tem documentos com sua foto de criança, aconselho ir fazer novos. Nunca se sabe quando a próxima trip vai chegar.


Ou quando o próximo post desse blog vai chegar.