21 de set. de 2008

pelo direito de ter horário para ler durante o expediente (ou um nome mais simples mas que a idéia continue a mesma)

Se eu pudesse levantar minha bandeira (e ela fosse levada em consideração sem ser necessário mobilizar toda a população com campanhas e passeatas) e defender de verdade algo, seria simples, fácil e bom pra todo mundo. "Pelo direito de ter horário para ler durante o expediente" (ou um nome mais simples mas que a idéia continue a mesma). Pensem comigo: você lá, trabalhando de tarde. Péee, soa o apito. Hora de ler. Meia horinha, você pega aquele romance da Nora Roberts de dentro da bolsa e vai com tudo. É claro, poderia ser uma revista, um gibi ou, vai lá, a 2937 reelida em Harry Potter. O importante seria o fato de estar lendo. Não custa nada e ajuda todo mundo. Problemas de analfabetismo? Todos acabados - com meia hora de leitura diária, todos seríamos os melhores leitores do mundo. O único problema seria que bem na melhor parte do livro... Péee, soaria o apito de novo. Hora de voltar a trabalhar, estudar, enfim, voltar à ativa. Nem tudo é perfeito, né?

24 de ago. de 2008

tudo tem seu valor

Tudo na vida tem seu valor. Você paga para ir na balada, na manicure, paga por aquela blusa rosa bonita e por aquela sapatilha com lacinho. Paga em dinheiro, mas paga. Já quando o assunto é amizade, o valor é outro. Você precisa escutar sua amiga chorando o fora dado por daquele namorado babaca, emprestar seu cd novo com risco de ele não voltar nunca mais, repetir 2382 vezes que sua amiga não está gorda e acompanhar a galera em programas que você não está com muita vontade de ir. Porém, você também ganha carinho e atenção quando está manhosa, escuta conselhos quando precisa, recebe ajuda naquela lição de matemática que não entende de jeito nenhum e se sente feliz por ver o quanto é especial para aquelas pessoas. A amizade custa sim, tanto pra você quanto para o outro lado, os seus amigos. É um tal de dar e receber sem envolver quantias em dinheiro (bom, talvez até você tenha que emprestar uns reais para alguém, mas isso não vem ao caso). E, veja bem, colocando tudo na balança, você até sai no lucro! Dá pouco e recebe muito. Amizade é assim. Custa, mas que bom que existe.

17 de ago. de 2008

a espiã da internet

Sim, confesso, eu espiono os outros na internet. Adoro as atualizações do Orkut - saber logo o que tem de novo para se ver. Se alguém mudou o relacionamento, logo vejo quem é, e se começou a namorar, se terminou. Se alguém mudou o 'quem sou eu', dou uma espiada - ainda mais se é alguém que eu sei que escreve perfis legais. Olho as fotos também - mas acho uó aqueles que só colocam fotos de si mesmos, se achando os mais gatos.com da internet. Fuxico, espiono, quero saber quem saiu com quem, quem viajou para onde, o que as pessoas leram, assistiram, estão ouvindo - porém, sou seletiva nas minhas 'espiadas'. Não gosto de ver os vídeos, nunca leio scraps alheios e, como espio as pessoas, não fico deixando no meu status frases como "parem de fuxicar minha vida' e semelhantes - baita hipocrisia. Eu apago meus recados sim, bloqueio minhas fotos e tal, mas eu fuxico mesmo. Não ganho nada com isso (ôo, se ganhasse, hein?), mas, veja bem, vou vivendo. ;D

9 de ago. de 2008

a gravata rosa do Bonner

Ontem, durante o intervalo da faculdade (sim, eu tenho aula em sextas à noite), assisti ao finalzinho do Jornal Nacional - tomando café grátis com muito açúcar. O café e sobre ter aulas em sextas-feiras ficam para outro post - o assunto de hoje surgiu graças a Willian Bonner, que usava, com seu terno costumeiro, uma gravata cor de rosa. Diz meu professor que provavelmente foi a Dona Fátima que escolheu a dita cuja. Sei lá. Porém, a gravata rosa do Bonner me abriu a cabeça para milhares de coisas que eu jamais tinha pensado a respeito do mundo jornalístico (e olha que eu estudo jornalismo e já pensei várias coisas sobre isso). Por que os âncoras geralmente usam ternos e terninhos e o cara que fala dos esportes usa um "blusão" (ou uma jaqueta marrom)? O que os jornalistas vestem atrás da bancada de apresentação dos jornais? Por que não usam terno no Fantástico? Não é hora do Zeca Camargo dar um jeitinho naquele cabelo? (Não que isso venha ao caso). Mas, enfim, "filosofei" a respeito das vestimentas da televisão. Não cheguei a lugar nenhum com isso, mas fiz várias imagens mentais bem interessantes: Fátima Bernardes, no auge do verão, com seu blazer e de shortinho e Havaianas, sentadinha e pronta para as notícias do dia. Bonner de calça jeans. Bonner de calça de moletom e regata. Bonner de bermuda e chinelão Raider. Bonner de sunga. Uau! Eu disse que não cheguei a lugar nenhum, não disse? Mas, óh céus, depois que eu vi o Bonner de gravata rosa (mesmo que lilás seja muito mais tendência), tudo é possível.

18 de jul. de 2008

coisas de amigo

Coisas que você pode fazer com seus amigos no dia do amigo: relembrar os maiores micos que vocês passaram, as festas, conversas, enfim, todos os momentos bons e felizes.
Coisas que você não deveria fazer com seus amigos no dia do amigo: brigar, falar mal do time, criticar a combinação calça xadrez e camisa listrada deles, desabafar problemas chatos de verrugas e calos nos pés.
Coisas que só eu posso fazer com meus amigos no dia do amigo: colocar 14 queridões dentro de uma van, rumo à uma balada a duas cidades de distância, para comemorar o meu aniversário!
Siim sim siiiim! Tive a sorte de vir ao mundo justamente no dia mais alegrinho de todos: 20 de julho, dia do amigo. Dia de abraçar, dar cartões, chocolates e mimos aos mais chegados e receber abraços, cartões, presentes e parabéns pelo meu niver. É claro que dia das mães, pais, namorados, Natal (e diversar outras datas comerciais que existem) são importantes mas, fala sério, tem coisa que só é legal com os amigos. Ir para a praça tomar chimarrão, falar pela vigésima nona vez sobre como o seu ex-namorado idiota terminou com você por telefone (e ouvir do seus amigos que ele era mesmo um babaca), dançar até de madrugada e voltar pra casa cantando "eu te amo, meu Brasil, eu te amo!", conversar em inglês no MSN, dar conselhos, abraçar, andar de braço dado, dividir algodão-doce, fazer coreografias do É O Tchan na garagem, passar domingos jogando vôlei... tudo coisa de amigo! É com eles que passamos os melhores (e fugimos dos piores) momentos de nossas vidas - momentos esses que devem ser curtidos ao máximo. Como já dizia o Pedro Bial: entenda que amigos vão e vem, mas nunca abra mão de uns poucos e bons.
Então, feliz dia do amigo pra todos os meus amigos velhos, novos, virtuais e de infância. E feliz aniversário pra mim, é claro. (:

9 de jul. de 2008

dezenove primaveras

E, como vocês não devem saber, meu aniversário é dia 20 do atual mês. Aceito presentes, recados de felicitações, cartões postais, abraços, beijos, mimos, doces, whatever. Menos, é claro, aqueles terríveis carros com homenagens ao vivo, no estilo "Fulano, apareça!" e, quando Fulano aparece, começa: "Feliz aniversário, feliz aniversário, (clap clap clap) parabééééééns pra você!". Estar atravessando a barreira imaginária dos 18 para os 19 já é o bastante. Tipo, ano que vem faço 20 anos! Quando eu era criança, pensava que quando tivesse 20 eu, sei lá, teria um carro, um cabelo diferente, alguma coisa. E, olha pra mim! Continuo praticamente a mesma, sem carteira de motorista (e muito menos um carro!), com o mesmo cabelo (com um corte muito melhor, devo admitir) e ainda saindo com alguns dos amigos que eu já tinha a 10 anos atrás! Continuo achando graça em algumas piadinhas do Chaves (e, por falar nisso, porque diabos passa Chaves tão cedo na tv?), bagunçando os jornais da mesma maneira e tomando Nescau na hora da janta. Continuo sendo uma leitora fanática, embora esse vício tenha me trazido a necessidade de usar óculos, aliás, uma mudança que veio com a idade.
O tempo passa, algumas coisas não mudam, outras sim. Mas posso dizer que aproveitei por demais da conta, sô, meus 18 anos. Fiz muito, muuuita festa. Cheguei em casa com o dia amanhecendo. Tentei jogar boliche. Fiz mais uma tatuagem. Meti a cara nos estudos, troquei de emprego, fiz uma porçao de amigos novos, uma porção maior ainda de conhecidos. Comecei a aprender um novo idioma (espanhol, hola que tal?), a fazer prestações na Renner e pintar as unhas dos pés de vermelho (mas só depois que li Lolita, aiehaoie). Dizem que esses anos são os melhores, não são? Pois eu tratei de curtir tudo. :D
E que esses 19 anos não passem tão rápido quanto esses 18, pois morro de medo de fazer 20. Eu gosto de brincar dizendo que fazer 20 anos é o início do fim (desculpa aí quem tem 20, aiehaoi). É claro que quando eu chegar lá, fazer 30 é que vai ser o início do fim (ops, desculpa aos que tem 30). Mas, enfim, vocês entenderam, não é?

E, caso queiram me mandar presentes via Sedex, estou querendo um AllStar xadrez, um creme hidratante de pêssego da Natura e uma presilha para o cabelo em forma de estrela. Ok? ;)
Feliz aniversário pra mim, hu!

29 de jun. de 2008

bye bye tchauzinho

Que mulher não se incomoda com aquele excesso de pele ali, encima do cotovelo, embaixo do biceps, algo meio que gelatinoso, o chamado... tchauzinho? Aquilo balança quando não deve balançar, marca blusas com a manga mais justa, enfim, é feio. E, para perder, somente malhando, galera. E malhar dói, e demora pra fazer resultado. Porém, se toda a tecnologia existente e que ainda não foi inventada estivesse em meu poder, esse problema se acabaria. O que seria criado e que eu e 80% das mulheres do mundo todo precisamos é o 'bye bye tchauzinho' - um aparelho em forma de bracelete que, usado encima da área problemática, lança uma carga iônica invisível que - plim! - acaba com qualquer chacoalho na hora de acenar. É a tecnologia em prol das mulheres modernas. Meu nome já está na lista se algum dia isso vier a existir. Alguém se candidata?