15 de jan. de 2019

5 dicas bem fáceis para ter plantinhas em casa


É só eu mostrar algumas das minhas plantas nos Stories que logo vem a mensagem: “MAS COMO FAZ pra cuidar das plantas, Nicole? Eu mato até cactos!”

Primeiro, um minuto de silêncio por todas as verdinhas que já partiram nas mãos de jardineiros cheios de vontade, mas com pouco conhecimento. 🌵💔

Agora, vou contar o que eu sei - e que pode ajudar vocês nessa jornada mais alegre e colorida. Já favorita esse post porque eu sei que você vai querer ler ele depois de novo.


🍄 As plantas precisam de água. Mas não tanto assim. Elas vão secar se você regar menos do que deveria e podem apodrecer se molhar muito muito. Qual o segredo para acertar? Meter o dedo na terra! Se ela estiver úmida e deixar seu dedo sujinho, não precisa molhar. Se estiver bem sequinha, coloca água lá! Algumas verdinhas precisam de água só uma vez por semana, sabia?
🍄 Nem todas as plantas gostam de sol direto. E podem ficar bem até na sombra, dentro de casa. Eu tenho um lírio-da-paz lindo no meu quarto, por exemplo, e ele vive muito bem em um ambiente iluminado, mas sem nada de luz direto nele. Sim, dá pra ter planta em qualquer lugar, até no banheiro (eu tenho!), desde que nas condições adequadas para a espécie que você tiver.
🍄 É bacana descobrir o nome da planta que você tem para saber quais são as necessidades dela. Se você comprar no supermercado ou em uma floricultura, geralmente há uma etiqueta no próprio vaso indicando qual é a espécie. Tendo essa informação, é só pesquisar no Google que você acha uma verdadeira enciclopédia sobre os cuidados necessários.
🍄 Um adubinho sempre vai bem. E não precisa ser nada muito profissional não. Vale colocar na terra até coisas que você tem em casa, tipo borra de café, casca de ovo bem picadinha ou saquinho de chá usado. Eu comprei um pacote de húmus de minhoca pra dar um UP nas minhas plantas. Custa bem baratinho e pode ser misturado com o substrato normal. Experimente colocar alguns nutrientes pras suas plantas, elas ficarão ainda mais bonitonas.
🍄 Observe suas plantinhas com frequência. Assim como você observa seu próprio corpo no espelho, vale gastar alguns minutos na semana para ver como estão as plantas. Eu sempre fico ligada se alguma parede estar mais murchinha ou se alguma folha está com cor diferente. Notando todos esses sinais fica mais fácil perceber se alguma espécie está doentinha ou precisa trocar de ambiente.

Não tem muito mistério, mas exige um pouquinho de dedicação. Pra mim, todo esforço vale a pena quando vejo uma folha nova nascendo ou no visual alegre que as plantas trazem para o meu lar. 🌻🍀

E aí, pronto para não matar mais nenhuma plantinha sequer?

10 de jan. de 2019

Alugar ou financiar? Minha experiência


Desde o dia que peguei as chaves do meu apartamento e compartilhei nas redes sociais, venho recebendo questionamentos sobre essa vida de morar sozinho, realizar o sonho da casa própria, como que se organiza, por onde se começa, etc. Por isso resolvi fazer alguns posts para solucionar essas dúvidas aí. Bora!

“Nicole, será que vale mais a pena alugar algum lugar do que financiar?”

Além de ser uma pergunta que bastante gente me faz, é um questionamento que eu mesma tinha antes de decidir pelo financiamento.

Na minha cabeça eu ficava me questionando: será que eu não deveria sair logo de casa e pegar algum lugar com aluguel mesmo? Não é isso que os MILLENIALS andam fazendo por aí? Ou o que os gurus das finanças andam dizendo que vale mais a pena?

Eu revirei o Youtube e todas as matérias que encontrava pela frente. E o que posso trazer de conclusão é a minha própria experiência. Isso pode mudar de acordo com cada pessoa, estilo de vida, renda, necessidades e afins.

De fato, o aluguel é uma boa solução para quem quer sair de casa logo mas não tem, necessariamente, a quantia necessária para dar de entrada em um imóvel próprio. Ou que não tem planos de permanecer em um mesmo local no futuro, enfim.

Só que nas minhas pesquisas, descobri que muitas vezes o preço de um aluguel e de um financiamento acaba saindo mais ou menos o mesmo mensalmente.

Exemplo: o apartamento que eu moro hoje costumava ser alugado por 850,00 + os outros gastos, como condomínio. O valor que eu pago no financiamento não chega a ser 100 reais a mais que isso - e no final de 30 anos o imóvel vai ser meu. Vai demorar, claro, mas não é um dinheiro que está indo embora. É algo no meu nome e que poderá passar para minha família, filhos, netos, sei lá.

Mas vale lembrar que eu só consegui chegar nesse valor de financiamento por mês porque a taxa de juros ao ano é baixa (pelo Minha Casa Minha Vida) e eu dei uma entrada de x% do valor do apartamento. Não é todo imóvel que fica por um valor assim baixo.


Então, a resposta que eu tenho pra pergunta “ALUGAR OU FINANCIAR” é: pesquise!

↪️ Dê uma boa olhada em quanto custam os aluguéis na região que você pretende morar e quanto custam os imóveis.
↪️ Pesquise junto ao seu banco quais são os financiamentos propostos e quanto costuma ser a taxa de juros.
↪️ Avalie se você tem uma grana guardada que poderia abater o valor ou se isso vai demorar muito.
↪️ Reflita se a estabilidade de ter um teto é um objetivo que você tem ou se viajar o mundo, sem muito local fixo, parece mais interessante.

Todos esses fatores são importantes para se chegar a uma decisão acertada. E em breve eu venho aqui falar mais sobre isso. 👊

🤓 Salva esse post aí nos teus favoritos para ler de novo quando bater a dúvida de aluguel x financiamento!

E se tiver dúvidas sobre a vida de morar sozinho e suas burocracias, coloca aqui nos comentários que eu respondo com prazer.

21 de dez. de 2018

Reformei um armário de metal

 Primeiro projeto das férias finalizado com sucesso! 

Antes mesmo de ter as chaves do meu apartamento eu já comprei esse armário de ferro. Ansiosa, eu sei, mas é que eu achei uma pechincha: 200 reais. Tudo bem que tinha uma cor verde estranha, algumas marcas de ferrugem e vários adesivos colados, mas eu vi o potencial. Mas fotos dá pra ver o antes e um pouco do processo.




O primeiro passo foi lixar ele direitinho, especialmente nas partes mais enferrujadas. 

Depois tirei os adesivos utilizando acetona. Sai tudinho! Feito isso, passei um convertedor de ferrugem, base para a pintura. E então estava pronto para receber a cor.

Confesso que por muito tempo o armário ficou na cor original porque eu não conseguia decidir qual tom queria. Ficava entre cinza, rosa, verdinho, azulzinho, amarelo, branco. Cada dia eu mudava de ideia. Por fim, em um estalo decidi que queria um verde menta bem belo e bem Pinterest e me joguei. A cor escolhida foi a Frescor de Menta, da Coral. Comprei a tinta na Leroy Merlin e é bem legal porque eles fazem a cor certa na hora.

Com duas camadas de tinta ele já ficou na cor certa. E eu tô considerando talvez passar uma terceira pra ficar bem perfeitinho. Mas isso fica pra outra hora, porque agora começa a obra no quarto. 

Descanso nas férias? Pra mim não. Hahahaha

5 de nov. de 2018

Reforma da estante



Quando postei nos Stories uma foto da minha estantezinha de plantas, algumas pessoas vieram me perguntar onde eu havia comprado ela. A verdade é que ela tem uma história legal.

No edifício onde meus pais moram (e eu morava até poucos dias atrás), os moradores costumam guardar pelos cantinhos das vagas de garagem algumas coisas que estão sem espaço nos apês, ou que estão procurando outro destino. Vai de balcão de cozinha até bicicletas e pneus. E, numa dessas, notei uma praleteirinha charmosa. Estava sujinha e merecia um pouco de amor, mas tinha tudo pra ficar bem lindona. 

Sem vergonha na cara, entrei em contato com a vizinha dona da prateleira para descobrir se estava disposta a vender. Dito e feito: por 30 reais a dita cuja era minha.

Lixei as laterais de ferro, pintei com tinta esmalte branca e agora ela está lá, toda pimpona, sendo a casa das minhas plantas. ♥

Amo dar uma nova chance para as coisas. E isso que nem mostrei por aqui ainda o armário de ferro de colégio americano – e toda a saga que foi para encontra-lo. Fica pra outro post. 

24 de set. de 2018

Comprei um apartamento

Uma mulher com a chave da sua casa própria não quer guerra com ninguém. 🔑

TÔ FELIZ DEMAIS!

Já faz um tempão que eu venho me organizando para comprar um apezin para chamar de meu. Eis que a hora chegou. O apê não é gigante, mas tem janelão para deixar a casa iluminada, sol da manhã na sala, uma mini-sacada para minha horta e um espaço lindo para eu encher com minhas cores e tralhas e livros e zaz. 

Que venha o chá de casa nova, as jantas, as infinitas plantas que morarão por lá, as noites de vinho e Netflix com as amigas, os finais de semana de preguiça.

E também os boletos que pagarei pelos próximos 30 anos, claro. 💸 

Financiamento é um negócio que envolve planejamento e nervos de aço. Mas fico grata que as coisas deram certo, afinal. Agora é hora de descobrir um monte de coisa de adulto. Tipo: qual a melhor marca de detergente? Quem eu chamo para instalar umas luminárias no teto? Devo investir em uma furadeira? Bem, com certeza virão muitas enquetes por aí. A saga do Residencial Nicoquinha está apenas começando. 

17 de jan. de 2018

Eu não paro de correr

Entre as minhas resoluções para 2018, nesse ano eu resolvi que queria conseguir correr 5 km.

Na real, já faz um tempo que eu tinha interesse nessa vida de corrida. Até participei, no passado, de algumas provas de rua – com direito à medalha e tudo. Mas então, por causa de falta de disciplina e daquela velha história de “não tenho tempo”, acabei deixando essa atividade de lado. Pra ser sincera, qualquer tipo de atividade física passava longe.

Então que agora, na contagem regressiva para os 30 anos (que completo em 2019), resolvi que era é o momento de criar vergonha na cara e colocar o tênis na estrada, literalmente.

Baixei uma planilha com treino para iniciantes, colei na porta do meu guarda-roupa e venho seguindo tudo que é indicado religiosamente. Ou seja, 3 vezes por semana estou lá fora, suando a camiseta enquanto ouço um bom podcast.

Ontem eu consegui correr 5 minutos sem parar e foi um feito inédito. Para quem, nos últimos tempos, fazia levantamento de caixa de pizza... Baita transformação.

A cada treino o negócio vai evoluindo, mas é daquele jeito: despacito. Porque o corpo precisa se acostumar a estar em movimento, é preciso ter fôlego, acertar as passadas, respeitar as pausas.

E, quer saber? Eu tenho me sentido maravilhosa. Já consigo ver resultados no meu corpo, na minha energia, na balança. Me pego lendo sobre maratonas e dietas de corredores. E cada vez fico um pouco mais apaixonada por isso tudo.

No momento em que tu te joga de cabeça em algo e ela para de ser obrigação, ganha um espaço na rotina e acaba sendo uma coisa positiva no dia a dia. E muito vem da cabeça. Ao invés de pensar “que saco, hoje é dia de correr”, eu já me pego calculando se consigo ser mais rápida, ir mais longe ou perder mais calorias que da outra vez.

É clichê, eu sei, mas a nossa mente é poderosa.

E tu, o que tem feito? Já se apaixonou por algo em 2018? Me conta.

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Quem se inscreve na minha newsletter recebe textos inéditos. Acessa aquihttps://tinyletter.com/nicoledias 

2 de jul. de 2017

Lanchando na Cantinho Doce, em Ivoti

A gente come arroz integral a semana inteira para poder, no domingo, dar aquela escapadinha da rotina alimentar. Pelo menos comigo é assim, salvo alguns deslizes no meio do percurso. Acontece. Dito isso, quero contar do lugar que fui conhecer hoje: Cantinho Doce, em Ivoti.

Vários amigos meus já haviam ido, e as fotos do Facebook, com taças caprichadas com chocolate e Nutella, só aumentavam a minha vontade de conhecer o local. Combinei com meu namorado e fomos hoje, no final do dia.

A Cantinho Doce é uma padaria e confeitaria que fica na rua principal mesmo, a Presidente Lucena, número 1353. O espaço não é muito grande, então havia uma pequena fila de espera até liberar mesas. Ficamos na rua por volta de 15 minutos, e há uns banquinhos para acomodar quem está aguardando.

Além da opção das taças com sorvete e mil gostosuras, há uns cafés elaborados e o buffet com doces e salgados, que foi o que acabei optando. O buffet funciona da seguinte forma: você paga R$23,90 (valor de finais de semana e feriados) e pode comer livremente, até não caber mais um farelo de bolo na barriga. De segunda a sexta-feira o valor é R$18,90. Também é possível se servir no buffet e pesar o prato, sendo que o quilo é R$36,90.

No buffet tem muita coisa boa: bolos de vários tipos, cupcakes, tortinhas, rissoles, coxinhas, bolinhas de queijo, salgadinhos folhados, queijos, salaminhos, frutas picadinhas, geleias, etc etc etc. E o melhor é que é tudo muito gostoso e muito quentinho. A equipe da Cantinho Doce trabalha sem parar, repondo as comidas, perguntando se está tudo sob controle. Enfim, atendimento superbom.






No buffet ainda está incluído o chá, e pode-se escolher refrigerantes ou sucos à parte. Fiquei no chazinho mesmo porque combinava perfeitamente com o domingo gelado. Era chá de camomila e estava uma delícia.




Gostei de tudo que coloquei no meu prato, principalmente de um bolinho com coco e de um pãozinho com salsicha. E do quindim, claro. Eta doce que eu amo!

DICAS:
  • não coma nada o domingo todo e chegue lá pelas 17, 18 horas. Dessa forma você emenda o lanche da tarde com a janta e sai do local com a barriguinha cheia e o coração feliz. No entanto, esse é o horário de pico do local, então vá com paciência pra dar aquela esperadinha. Se você não quer aguardar nem um minuto, sugiro que chegue mais cedo, tipo antes das 17h.
  • não vá com grupos grandes de pessoas. Há um número pequeno de mesas e é difícil acomodar todo mundo. Até 4 pessoas eu acho bem tranquilo.
  • depois de comer seu lanche, você ainda pode aproveitar as guloseimas da padaria e abastecer sua casa com pães, cucas, margarina, etc etc.
Por hoje é isso, gente. Se vocês já foram na Cantinho Doce, coloquei aí nos comentários como foi a experiência de vocês. Até a próxima!